Fernando Cabrera — La Azotea letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La Azotea" de Fernando Cabrera.
Letra
Llego a casa embrutecido
Hace días siento que no doy más
Llego a casa empobrecido
El trabajo es algo digno de odiar
Subo el alma a la azotea
Para que esté libre y pueda jugar
La ropa de la vecina
Cuelga y mira para acá
Son los guantes de su cuerpo
Que me quieren agarrar
Embolsados por la brisa
Me quieren acariciar
Llego a casa tristecido
Hace cientos días que no doy más
Vuelvo a casa y nadie he sido
El trabajo dejo dije no puedo más
Subo el alma a la azotea
Para que esté libre y pueda jugar
La ropa de la vecina
Tiembla y mira para acá
Las viejas de la cuadra
Las manos por visera
Están anonadadas
Cuchilleando en la vereda
Aplicando la edad
Tradução da letra
Chego a casa assombrado
Há dias sinto que não dou mais
Chego a casa empobrecido
O trabalho é algo digno de odiar
Subo a alma ao telhado
Então você está livre e pode jogar
As roupas da vizinha
Desliga e olha para aqui
São as luvas do corpo dele
Que me querem apanhar
Ensacados pela brisa
Querem acariciar me
Cheguei a casa tristemente
Há centenas dias que não dou mais
Eu volto para casa e ninguém foi
O trabalho deixou disse Eu não posso mais
Subo a alma ao telhado
Então você está livre e pode jogar
As roupas da vizinha
Treme e olhe para aqui
As velhas do quarteirão
Mãos por viseira
Estão chocadas
A sussurrar na calçada
Aplicando a idade