Fen — Carrier of echoes letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Carrier of echoes" de Fen.
Letra
Keening…*
A reflection of all that was
The bell tolls…
Throughout the perpetual passage of infinity
I was born long ago
My form fashioned from the primordial rock
Storm-winds seared the umbra and my verdant spirit
The essence of an era forged by the elements
And millennia have passed
Frail flesh teems with memories
I watch with spectral eyes
The knowledge mine — and mine alone
Ancient paths that sear the landscape
Ley-lines scouring a wounded earth
Where long-forgotten shades now wander
Beneath the glare of the cold moon
The very soils imbued with a sense of longing
Beneath my tread teem myriad memories
The essence of so much now lost
Entombed in within the catacombs of a history forever buried
Yet I know not what lies ahead
No secrets unearthed from my time in the aether have I No keys to unlock the myriad entangled strands of what will be Behind me, a wake of unending despair
Ahead, a formless void as yet unscarred
Waiting for the Echoes of the dead to come
Tradução da letra
Keening…*
Um reflexo de tudo o que foi
Os sinos dobram…
Através da passagem perpétua do infinito
Eu nasci há muito tempo.
A minha forma feita a partir da Rocha primordial
Os ventos de tempestade queimaram a umbra e o meu Espírito verdejante.
A essência de uma era forjada pelos elementos
E milénios passaram
A carne frágil ferve de memórias
Vejo com olhos espectrais
O conhecimento é meu-e só meu
Caminhos antigos que percorrem a paisagem
Ley-lines a vasculhar uma terra ferida
Onde sombras há muito esquecidas vagueiam
Sob o brilho da lua fria
Os próprios solos imbuídos de um sentimento de saudade
Sob os meus passos, remem as minhas muitas memórias.
A essência de tanta coisa agora perdida
Sepultado dentro das catacumbas de uma história para sempre enterrada
No entanto, não sei o que se avizinha
Nenhum segredo desenterrado do meu tempo no éter Eu Não tenho chaves para desbloquear a miríade entrelaçados fios do que estará atrás de mim, um despertar de desespero sem fim
Em frente, um vazio sem forma ainda não marcado
À espera que os ecos dos mortos venham