Femina — Muchacha letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Muchacha" de Femina.
Letra
Los rostros sonríen, sonríen los rostros de parte de otros
Buscando entre el resto se encuentran
Monótonos, se ven hipotónicos, explotan atómicos
Si danzo pacífica, vuelo y vuelvo a la tónica
Me refugio en la música es que me fío romántica
Aleja platónica luna sueños destructivos
No escondas la sed de tus críos por gestos festivos
Dale a las flores tus lágrimas
Al buen amante
Dale al caminante el asilo
Danos luz y dale al que duda un cometido explícito…
Condena vertientes de sangre por meros motivos
No invita a compartirse, quien no se compromete
Se riega el suelo de hastío si solo se compite
Se niega al encerrar el arte en falsos comandantes
Poder libre expresarse, no espero agradarle
Tal vez sí a la madre, hoy tierra de nadie…
Tal vez sí a la muerte, pa’que hoy no me aguarde
Los rostros sonríen, sonríen los rostros pero de parte de otros
Reflejo en mi misma que muchas van mudas de crimen
Desnudas de ausencias y enojo
Mujeres de rojo que no se destiñen
No despejan sus ojos el paso del tiempo que aun las oprime
Hoy todo ha cambiado, cuerpos van estreñidos
Blanco preso en su verso
Y el poeta lamentado
Se abre una puerta
Si gusta penetre
Aquí en este paseo no es privado el andante
Los ángeles darán la bienvenida al mal arriado
Entonarán secretos a quien va despilfarrado
Y consuelo paciente al obsesivo pretendiente
Mal parido por la suerte, rezo pa´ no perderte
Tal vez sí a la tierra, hoy en pena de muerte
Tal vez rece a la gente, para que se respete
Oiga muchacha
Nada es lo que parece
Seco ya el pasto, sal es la arena
Sed en el barro, sed que es espera
Espeso ya el arte, el artista anulado
No anhela ya por no ser escuchado, Callado
Enrieda se en labores sin sabor
El des amor de la audiencia nos deja sin pasiones
No existe poción que despierte el pensamiento
No existen personas que no tengas sentimientos
Existe quién miente por no quedar expuesto
El impuesto del reprimido caro es, claro es aburrido
Huirle a la desnudez, un constante estar vestido pa' tapar la estupidez
Que hoy nos tiene deprimidos
No hay quien nos oiga
El oído constipado del oyente que encerrado solo observa lo concreto
Lo plastificado
Nadie confronta a nadie, nadie conforma nadie
Si existe un reflejo debe ser plano y perfecto
Dinero ostia y calor para las manos que les falta un amor
Rebeldes mudos que mezquinan su propia opinión
La fantasía, mi fantasía que conspira contra la mentira
Tradução da letra
Os rostos sorriem, sorriem os rostos dos outros
Procurando entre o resto estão
Monótonos, parecem hipotônicos, explodem atômicos
Se dançar pacificamente, voo e volto à tónica
Eu me refugio na música é que eu confio Romântico
Afasta platônica lua sonhos destrutivos
Não esconda a sede de seus filhos por gestos festivos
Dê às flores suas lágrimas
Ao bom amante
Dá ao caminhante o asilo
Dá nos luz e dá ao que duvida uma tarefa explícita…
Condenação derrames de sangue por meros motivos
Ele não convida a ser compartilhado, quem não se compromete
O solo cansado é regado se for apenas competido
Recusa-Se a trancar a arte em falsos comandantes
Poder livre expressar-se, não espero agradá-lo
Talvez sim para a mãe, hoje terra de ninguém…
Talvez sim à morte, pa'que hoje não me espere
Os rostos sorriem, os rostos sorriem, mas dos outros
Reflexo em mim mesma que muitas vão mudas de crime
Nuas de ausências e raiva
Mulheres de vermelho que não se desvanecem
Eles não limpam seus olhos a passagem do tempo que ainda os oprime
Hoje tudo mudou, corpos estão constipados
Branco preso em seu verso
E o poeta lamentou
Abre-Se uma porta
Se gosta de penetrar
Aqui neste passeio não é privado, o andante
Os anjos darão as boas-vindas ao mal arriado
Entoarão segredos A quem vai desperdiçado
E consolo paciente ao obsessivo pretendente
Mal parido Por sorte, rezo pa não perder você
Talvez sim à terra, hoje em pena de morte
Talvez reze às pessoas, para que se respeite
Ei rapariga
Nada é o que parece
Seco já o pasto, sal é a areia
Sede na lama, sede que é espera
Grosso já a arte, o artista anulado
Já não anseia por não ser ouvido, Calado
Enrieda se em trabalhos sem sabor
O des amor do público nos deixa sem paixões
Não há poção que desperte o pensamento
Não há pessoas que não tenham sentimentos
Existe quem mente por não ser exposto
O imposto do reprimido caro é, claro, aborrecido
Fugir para a nudez, um constante estar vestido para encobrir a estupidez
Que hoje nos tem deprimidos
Não há quem nos ouça
O ouvido constipado do ouvinte que está trancado apenas observa o concreto
Plastificado
Ninguém confronta ninguém, ninguém conforma ninguém
Se houver um reflexo ele deve ser plano e perfeito
Dinheiro ostia e calor para as mãos que lhes falta um amor
Rebeldes mudos que mesquinam sua própria opinião
A fantasia, a minha fantasia que conspira contra a mentira