Felipe Peláez — Adolorido (Album) letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Adolorido (Album)" de Felipe Peláez.
Letra
Lejos de tener, una esperanza de tus besos
Vago en mis miedos y ando preso
De tus recuerdos que abarcan mi fe y la envenenan.
Ya sin corazón, sin ilusión cavé una fosa
Donde enterré las mariposas
Las que volaban dentro e' mi interior si me amabas.
Sé que alguna vez, fui más que oxigeno en tu vida
Pero contaminé tus alegrías con mis tristezas…
Y me olvidaste
Adolorido, Hoy busco alguna excusa
De encontrarte alguna noche entre la bruma, para adorarte
Adolorido, Huyéndole a la gente
Que sabe que me muero por tenerte
Y en soledad busco tu olvido y no más
Si nunca volverás…
Lejos de traer, desde el pasado tus abrazos
Pretendo hallarte en otros brazos
Y es imposible, me vuelven a atar tus recuerdos
Y esa soledad habla a mi oído y me convence
Que voy a amarte hasta la muerte
Y en la otra vida también te amaré si la tengo y
Sé que el corazón haciéndose el fuerte me obliga
A que le dé a otro amor mi vida y vuelva a amar
Pero es mentira.
Adolorido, Hoy busco alguna excusa
De encontrarte alguna noche entre la bruma, para adorarte
Adolorido, Huyéndole a la gente
Que sabe que me muero por tenerte
Y en soledad busco tu olvido y no más
Si nunca volverás…
Tradução da letra
Longe de ter, uma esperança de seus beijos
Vagueio nos meus medos e ando preso
Das tuas memórias que abarcam a minha fé e a envenenam.
Já sem coração, sem ilusão cavei uma cova
Onde enterrei as borboletas
As que voavam dentro e ' meu interior se você me amasse.
Sei que alguma vez fui mais do que oxigénio na tua vida
Mas contaminei as tuas alegrias com as minhas tristezas…
E esqueceste me
Dorido, hoje procuro alguma desculpa
De te encontrar alguma noite entre a neblina, para te adorar
Dolorido, fugindo para as pessoas
Que sabe que estou morto por te ter
E na solidão procuro o teu esquecimento e não mais
Se nunca mais voltares…
Longe de trazer, do passado seus abraços
Pretendo encontrar-te em outros braços
E é impossível, eles voltam a amarrar-me as tuas memórias
E essa solidão fala ao meu ouvido e me convence
Que te vou amar até à morte
E na outra vida também te amarei se a tiver e
Sei que o coração a fazer se de forte me obriga
Que dê a outro amor minha vida e volte a amar
Mas é mentira.
Dorido, hoje procuro alguma desculpa
De te encontrar alguma noite entre a neblina, para te adorar
Dolorido, fugindo para as pessoas
Que sabe que estou morto por te ter
E na solidão procuro o teu esquecimento e não mais
Se nunca mais voltares…