Fangoria — Retorciendo palabras letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Retorciendo palabras" de Fangoria.

Letra

No, no pretendas tener la razn,
No me vengas pidiendo perdn,
No me digas que ha sido un error,
Que lo sientes.
En fin, de que sirve un futuro ideal,
Construido en terreno ilegal
O un pasado que me hace dudar del presente?.
Y yo, me defiendo atacandote asi,
Retorciendo palabras de amor,
Intentando que quieran decir lo que yo no me atrevo.
Y yo, me sorprendo diciendo que si,
Retorciendo palabras de amor
Intentando que hagan por mi Lo que yo ya no puedo.
No, no te inventes un nuevo color,
Transparente como una traicin
Camuflaje para una ilusin de mi mente.
Por fin, los milenios son un decimal,
Un trocito de tiempo fugaz
Algo efimero y bien poco mas sin ningun valor.
Y yo, me defiendo atacandote asi,
Retorciendo palabras de amor,
Intentando que quieran decir lo que yo no me atrevo.
Y yo, me sorprendo diciendo que si,
Retorciendo palabras de amor
Intentando que hagan por mi lo que yo ya no puedo.
Los milenios son un decimal
Una suma de cifras de tiempo sin mas,
Voces nuevas presentes, futuras, pasadas
Que van retorciendo palabras de amor
Construyendo edificios que no duraran,
Un diseo de algo fugaz,
Arquitectos de frases que me hacen dudar
Y que intentan decirme
Que no s lo que quiero.
Y yo, me defiendo atacandote asi,
Retorciendo palabras de amor,
Intentando que quieran decir lo que yo no me atrevo.
Y yo, me sorprendo diciendo que si,
Retorciendo palabras de amor
Intentando que hagan por mi lo que yo ya no puedo.
Construyendo edificios que no duraran,
Un diseo de algo fugaz,
Arquitectos de frases que me hacen dudar
Y que intentan decirme
Que no s lo que quiero.

Tradução da letra

Não, Não finjas que tens razão,
Não me venhas pedir desculpa,
Não me digas que foi um erro,
Pede desculpa.
Enfim, de que serve um futuro ideal,
Construído em terreno ilegal
Ou um passado que me faz duvidar do presente?.
E eu, defendo-me atacando-te assim,
Torcendo palavras de amor,
Tentando que eles queiram dizer o que eu não ouso.
E eu, estou surpreendido por dizer que sim,
Torcendo palavras de amor
Tentando fazer por mim o que eu já não posso.
Não, Não invente uma nova cor,
Transparente como uma traição
Camuflagem para uma ilusão da minha mente.
Por fim, os milênios são um decimal,
Um pouco de tempo fugaz
Algo efimero e bem pouco mais sem nenhum valor.
E eu, defendo-me atacando-te assim,
Torcendo palavras de amor,
Tentando que eles queiram dizer o que eu não ouso.
E eu, estou surpreendido por dizer que sim,
Torcendo palavras de amor
Tentando fazer por mim o que eu já não posso.
Milênios são um decimal
Uma soma de números de tempo sem mais,
Vozes novas, presentes, futuras, passadas
Que vão torcendo palavras de amor
Construindo edifícios que não durassem,
Um disseo de algo fugaz,
Arquitetos de frases que me fazem duvidar
E o que me estão a tentar dizer
Que não é o que eu quero.
E eu, defendo-me atacando-te assim,
Torcendo palavras de amor,
Tentando que eles queiram dizer o que eu não ouso.
E eu, estou surpreendido por dizer que sim,
Torcendo palavras de amor
Tentando fazer por mim o que eu já não posso.
Construindo edifícios que não durassem,
Um disseo de algo fugaz,
Arquitetos de frases que me fazem duvidar
E o que me estão a tentar dizer
Que não é o que eu quero.