Fabrizio Coppola — Cerco ancora te letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cerco ancora te" de Fabrizio Coppola.

Letra

Ho un taglio sulla maglietta
e un segno nero sul braccio
un sasso sotto la lingua
due buchi sotto le scarpe
che non mi fanno camminare come vorrei
Le macchine scorrono in fretta
il cielo si tinge d’argento
io voglio ancora te
Lacrime sulla maglietta
il cielo è un mare d’inchiostro
io cerco ancora te
C'è un segno sul muro
c'è scritto ritorna
c'è un uomo che corre
una donna l’aspetta
ma io non so dove trovarti
e se mi ascolterai
Le luci mi bruciano gli occhi
la strada si perde diritta
io voglio ancora te
La notte è un taglio nel cielo
che sanguina pioggia sui campi
io cerco ancora te
Ci arrampicammo fino al tetto
del centro commerciale
restammo abbracciati
a lungo senza respirare
senza dire niente
Adesso tutto è ricordo
e ogni giorno è più lungo
la mia gioia è un cappello
calato sull’innocenza
ora che io son finito a lucidare macchine
le macchine, le macchine mi uccideranno
Ogni giorno quando mi sveglio
ingoio la stessa pastiglia
per pensare a te
Di sera alla fine del turno
esco e mi perdo per strada
e cerco ancora te
io cerco ancora te

Tradução da letra

Tenho um corte na camisa.
e uma marca negra no braço
uma pedra debaixo da língua
dois buracos debaixo dos sapatos
isso não me faz andar como eu quero
Os carros correm depressa.
o céu está tingido de prata
Ainda te quero
Lágrimas na camisa
o céu é um mar de tinta
Ainda estou à tua procura.
Há um sinal na parede.
diz retorno.
há um homem a correr.
uma mulher está esperando por ela
mas não sei onde te encontrar.
e se me ouvires
As luzes queimam-me os olhos
a estrada está perdida
Ainda te quero
A noite é um corte no céu
chuva sangrenta nos campos
Ainda estou à tua procura.
Subimos ao telhado
do centro comercial
mantivemo-nos juntos.
muito tempo sem respirar
sem dizer nada
Agora tudo é memória
e cada dia é mais longo
a minha alegria é um chapéu
caiu na inocência
agora que acabei de polir máquinas
as máquinas, as máquinas vão matar-me.
Todos os dias quando acordo
Eu engulo o mesmo comprimido
pensar em ti
À noite, no final do turno
Saio e perco-me na rua
e ainda estou à tua procura.
Ainda estou à tua procura.