Extremoduro — Mi espíritu imperecedero letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mi espíritu imperecedero" de Extremoduro.

Letra

Se hace largo el camino sin ti
Y al diablo, que ya no quiero seguir
Y sin pedirle nada a cambio
Al diablo el alma le di
Si el sol dice que te desenamoras
Si dice que te olvide, vida mía
Maldigo cada día
Y maldigo el correr de las horas
El diablo me visita, y cada noche
Marchita este jardín con su anarquía
Y en mala compañía
Me deja a mi conmigo a solas… a solas
Regalé mi alma imperecedera
¿para qué? para que nunca más me duela
¿Y ahora qué? Ahora coloco las aceras
Ahi al fondo de la calle, jefe, queda un sitio
Se marchó, y no hubo despedidas
Corazón, que anda buscándose la vida
Me llevó al bloque de las dos salidas
Dame la pasta, que entro yo, y tu espera fuera
Se ha roto otro peldaño
De la escalera
Soledad y desengaño
Son mi condena
Después de tantos años
Carcelero, ¿cuánto queda?
Volver, que me hacen daño
Los minutos de esta espera
Regalé mi alma imperecedera
¿para qué? para que nunca más me duela
¿Y ahora qué? Ahora coloco las aceras
Ahi al fondo de la calle, jefe, queda un sitio
Pregúntale del tiempo
Y a ver si se acuerda de mi
Pregúntale si es cierto
Que nadie la ve sonreír
Pregúntale que añora
Y en qué piensa cuando llora
Pregúntale si el tiempo
Cambia o sigue lloviendo

Tradução da letra

O caminho fica longo sem ti
E que se lixe, que já não quero continuar
E sem pedir nada em troca
Que se lixe a alma dei lhe
Se o sol diz que você se desenrola
Se ele diz para te esquecer, minha vida
Amaldiçoo todos os dias
E amaldiçoo a corrida das horas
O diabo me visita, e todas as noites
Murcha este jardim com a sua anarquia
E em má companhia
Deixa-me a mim a sós solas a sós
Dei a minha alma eterna
para quê? para que nunca mais me doa
E agora? Agora eu coloco as calçadas
Ali ao fundo da rua, chefe, há um lugar
Foi-se embora e não houve despedidas
Coração, que anda buscando a vida
Levou Me ao bloco das duas saídas
Dá-me o dinheiro que eu entro e tu esperas lá fora
Partiu se outro degrau
Da escada
Solidão e decepção
São a minha sentença
Depois de tantos anos
Carcereiro, quanto falta?
Voltar, eles me machucar
Os minutos desta espera
Dei a minha alma eterna
para quê? para que nunca mais me doa
E agora? Agora eu coloco as calçadas
Ali ao fundo da rua, chefe, há um lugar
Pergunta lhe do tempo
E veja se se lembra de mim
Pergunta lhe Se é verdade
Que ninguém a vê sorrir
Pergunta lhe o que sentes falta
E o que ele pensa quando chora
Pergunte-lhe se o tempo
Mude ou continue chovendo