Extremoduro — La vereda de la puerta de atrás (Versión 2004) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La vereda de la puerta de atrás (Versión 2004)" de Extremoduro.

Letra

Si no fuera porque hice colocado
El camino de tu espera
Me habría desconectado;
Condenado a mirarte desde fuera
Y dejar que te tocara el sol
Y si fuera mi vida una escalera
Me la he pasao' entera
Buscando el siguiente escalon
Convencido que estás en el tejado
Esperando a ver si llego yo
Y dejar de lado la vereda de la puerta de atrás
Por donde te vi marchar
Como una regadera que la hierba hace que vuelva a brotar
Y ahora todo es campo ya…
Sus soldados son flores de madera
Y mi ejército no tiene bandera, es sólo un corazón
Condenado a vivir entre maleza
Sembrando flores de algodón
Si me espera la muerte traicionera
Y antes de repartirme del todo me veo en un cajón
Que me entierren con la picha por fuera
Pa' que se la coma un ratón
Y muere a todas horas gente dentro de mi televisor
Quiero oír alguna canción
Que no hable de sandeces y que diga que no sobra el amor
Y que empiece en sí, no en no
Y dejar de lado la vereda de la puerta de atrás
Por donde te vi marchar
Como una regadera que la hierba hace que vuelva a brotar
Y ahora todo es campo ya…
Dices que a veces no comprendes qué dice mi voz
Cómo quieres que esté dentro de tu ombligo
Si entre los dedos se me escapa volando una flor
Y ella solita va marcando el camino
Dices que a veces no comprendes qué dice mi voz
Cómo quieres que yo sepa lo que digo
Si entre los dedos se me escapa volando una flor
Y yo la dejo que me marque el camino…

Tradução da letra

Se não fosse porque eu fiz colocado
O caminho da sua espera
Teria me desligado;
Condenado a olhar para você de fora
E deixar o sol tocar te
E se fosse a minha vida uma escada
Passei-a toda
Procurando o próximo passo
Convencido que estás no telhado
Esperando para ver se eu chego
E deixar de lado a Calçada da porta dos fundos
Por onde te vi partir
Como um regador que a erva faz voltar a brotar
E agora tudo é campo já…
Seus soldados são flores de madeira
E o meu exército não tem bandeira, É só um coração
Condenado a viver entre Mato
Semeando flores de algodão
Se me espera a morte traiçoeira
E antes de me dividir vejo me numa gaveta
Que me enterrem com a picha por fora
Um rato pode comê - la
E morrem todas as horas pessoas dentro da minha TV
Quero ouvir uma canção
Que não fale de tretas e que diga que não sobra o amor
E que comece em sim, não em não
E deixar de lado a Calçada da porta dos fundos
Por onde te vi partir
Como um regador que a erva faz voltar a brotar
E agora tudo é campo já…
Dizes que às vezes não percebes o que a minha voz diz
Como você quer que ele esteja dentro do seu umbigo
Se entre os dedos me escapa voando uma flor
E ela sozinha vai marcando o caminho
Dizes que às vezes não percebes o que a minha voz diz
Como queres que eu saiba o que estou a dizer
Se entre os dedos me escapa voando uma flor
E eu deixo que ela me marque o caminho…