Extremoduro — La pedra (Fragmento) letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La pedra (Fragmento)" de Extremoduro.
Letra
No me importa que me claves, como a un Cristo, en la pared
Ten cuidado no me falte de comer
Tú me agarras, yo te empujo
Y no me hace falta más
Con tu flujo me alimento de mamar
He aprendido, de estar sólo
A llorar sin molestar
Y a cagarme en los calzones y a dudar
La verdad sólo tiene un sentío
No me obligues a engañar
Si te crees toas mis mentiras, que vacío debes estar
Bomba. Bomba. Bomba… Erestupamí
No sé ni cuantas noches llevo ya sin dormir
Arráncame las uñas de los pies
Morir sólo una vez, va a se poco para mí
El diablo me ha cogido miedo y no me deja entrar
No creas que estoy huyendo
Si me ves retroceder, espera
Que estoy cogiendo carrera;
Desafiar la perspectiva del fracaso
A la que estamos: condenados
Me estoy reformando, te miro, me hincho
Me tiro a los cactus desnudo
Pero no me pincho
Me estoy reformando todas las mañanas
Y ahora hago siempre todo
Lo que me da la gana
Y saborear
Si tú le das, todo tiene sentido;
Y al despertar
Te voy a contar cositas al oído
Vuelo hasta una mancha en la pared
Me vuelvo ajeno a todo
Y me sobran hasta mis propios pies
Deja de perseguir, a las moscas por el techo
No ves que no me entero
De que mierda estas hecho
Tampoco es que me importe, no sabía que decir
Por mí puedes quedarte
Tú conmigo y yo sin ti, sin ti
La cabeza se me va, anoche anduve perdío
Casi todas las mañanas me levanto percudío
Soy terco como una mula y duro no siento el dolor
No necesito armadura: tengo costra alrededor
No creas que estoy dudando
Yo no sé que hacer y tú tan quieta
Que no me entero cuando aprietas;
Te acaricio con las manos, te miro y salgo por pies
¡cadenas!, fuera que hoy es luna llena
Despido energía y sé que soy un vago
A mí no me ata corto nadie
Porque me apago
Me acuesto de día, cuando llega la luz
Y tengo claro que
No quiero ser como tú
Me arranco a andar y me comes la paciencia:
Que me quedo atrás… vuelvo a empezar;
Que yo no sé, y yo no puedo y yo no quiero
Me quedaré sentado en el bar
Sólo puedo imaginar un caballo desbocado
¿a quién quieres engañar? una mula en un sembrado
Y saborear
Si tú le das, todo tiene sentido;
Y al despertar
Te voy a cantar cositas al oído
Vuelo hasta una mancha en la pared
Me vuelvo ajeno a todo
Y me sobran hasta mis propios pies
Parece que se oye un ruido, estoy robando en un chalet
Pa una vez que nos pringamos:
Hoy nos han vuelto a coger
Los perros son mis amigos, el guardia me quiere morder
Me persiguen los vecinos
¿dónde hemos dejao el OVNI?
Tradução da letra
Não me importa que me acerte, como a um Cristo, na parede
Tem cuidado não me falte de comer
Tu agarras-me, eu empurro-te
E não preciso de mais
Com o teu fluxo alimentei me de mamar
Eu aprendi, de estar sozinho
A chorar sem incomodar
E cagar-me nas cuecas e duvidar
A verdade só tem um sentimento
Não me obrigues a enganar me
Se achas que estás a mentir-me, que vazio deves estar
Bomba. Bomba. Bomba E Erestupamí
Não sei quantas noites já não durmo
Arranca me as unhas dos pés
Morrer só uma vez, vai ser pouco para mim
O diabo apanhou me com medo e não me deixa entrar
Não penses que estou a fugir
Se me vires a recuar, espera
Que eu estou pegando carreira;
Desafiar a perspectiva do fracasso
A que estamos condenados
Estou a reformar - me, a olhar para ti, a inchar
Atiro me aos cactos nu
Mas eu não me espeto
Estou a reformar me todas as manhãs
E agora faço sempre tudo
O que me apetece
E saborear
Se lhe deres, tudo faz sentido;
E ao acordar
Vou contar te umas coisinhas ao ouvido
Voo até uma mancha na parede
Fico estranho a tudo
E sobram me até aos meus próprios pés
Pára de perseguir as moscas pelo telhado
Não vês que não sei
De que merda estás feito
Também não me importo, não sabia o que dizer
Por mim podes ficar
Tu comigo e eu sem ti, sem ti
A minha cabeça vai-se, ontem à noite perdi-me
Quase todas as manhãs me levanto percudio
Eu sou teimoso como uma mula e duro eu não sinto a dor
Eu não preciso de armadura: eu tenho crosta ao redor
Não penses que estou a duvidar
Não sei o que fazer e tu estás tão quieta
Que não sei quando apertas;
Eu te acaricio com as mãos, olho para você e saio pelos pés
correntes! fora que hoje é lua cheia
Despeço energia e sei que sou um vagabundo
A mim não me amarra corto ninguém
Porque estou desligado
Deito-me de dia, quando chega a luz
E tenho claro que
Não quero ser como tu
Arranco me a andar e comes me a paciência:
Que fico para trás empezar recomeço;
Que eu não sei, e eu não posso e eu não quero
Vou ficar sentado no bar
Só consigo imaginar um cavalo descontrolado
quem queres enganar? uma mula num semeado
E saborear
Se lhe deres, tudo faz sentido;
E ao acordar
Vou cantar te umas coisinhas ao ouvido
Voo até uma mancha na parede
Fico estranho a tudo
E sobram me até aos meus próprios pés
Parece que se ouve um barulho, estou roubando em um chalé
Pa uma vez que nós Pringles:
Hoje fomos apanhados outra vez
Os cães são meus amigos, o guarda me quer morder
Os vizinhos andam atrás de mim
onde deixámos o OVNI?