Extremoduro — Abreme El Pecho Y Registra letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Abreme El Pecho Y Registra" de Extremoduro.

Letra

El cielo estaba rojo como una amapola
los ojos tambin rojos de no haber dormido,
la luna me ha dao el toque:
nio estoy muy sola!
me arrojo y me despierto al dar contra el bordillo.
Hoy me siento, al pensar, como una foto en la pared
y no respiro pa no hacer nuido
y no cambio de postura
y si te paras a mirarme: castigo,
reviento y no quiero hablar.
Si todo me sale de color de rosa,
te prometo que esta noche t no duermes sola,
si nada me sale, vete a hacer puetas!
y an me debes mil rabietas.
Cada vez que me ves soy ms guarro y ms perro
y cada vez que te vas me muero un poco ms,
cada vez que me ves metido en tu pensamiento
es que reniego del tiempo hasta el final.
Si todo me sale de color de rosa,
te prometo que esta noche t no duermes sola,
si nada me sale, vete a hacer puetas!
y an me debes mil rabietas.
Y no es nada
comparado con el doler
que le da mi alma: tu mirada
y no poder evitar:
que hoy me vuelvo a sentir como una foto en la pared
y no respiro pa no hacer ruido
y no cambio de postura
y si te paras a mirarme: castigo,
reviento y no quiero hablar.
NI VERTIENDO POLVO
en el cajn de los sueos
consigo auyentar las pesadillas
que pueblan mis borracheras,
largas noches de descontrol
y fuego perdido,
pequeas y fieras alimaas
que devoran mi vida
hasta contaminarse.
Poema final.- Ni vertiendo polvo Es de Sor Kampana, alias Antonio Belarte
Alaga

Tradução da letra

O céu estava vermelho como uma papoula
os olhos tambm vermelhos de nao ter dormido,
a lua me deu o toque:
nio estou muito sozinha!
atiro - me e Acordo ao bater contra o meio-fio.
Hoje eu me sinto, pensando, como uma foto na parede
e eu não respirar pa não fazer nuido
e não mudança de postura
e se você parar para olhar para mim: punição,
rebento e não quero falar.
Se tudo me der cor de rosa,
prometo te que esta noite não dormes sozinha,
se nada me sair, vai fazer puertas!
e tu deves-me mil birras.
Cada vez que me vês sou Ms porco e ms cão
e sempre que te vais embora morro um pouco mais,
sempre que me vês metido no teu pensamento
é que renego o tempo até ao fim.
Se tudo me der cor de rosa,
prometo te que esta noite não dormes sozinha,
se nada me sair, vai fazer puertas!
e tu deves-me mil birras.
E não é nada
comparado com a dor
que lhe dá minha alma: seu olhar
e não poder evitar:
que hoje me sinto como uma foto na parede
e eu não respirar pa não fazer barulho
e não mudança de postura
e se você parar para olhar para mim: punição,
rebento e não quero falar.
NEM DERRAMANDO PÓ
no cajn dos sonhos
consigo afastar os pesadelos
que povoam as minhas bebedeiras,
longas noites de descontrole
e fogo perdido,
pequenos e animais selvagens
que devoram a minha vida
até ficar contaminado.
Poema final.- Nem derramando pó é de Sor Kampana, também conhecido por Antonio Belarte
Alaga