Exhumed — Deadest of the Dead letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Deadest of the Dead" de Exhumed.

Letra

In the deadest of nights I perform a graveside disservice, Disinhuming the
remains of those who I deem to deserve this, A corpse dead to rights will
undergo this rigorous trashing, Selecting the tomb of the poor stiff that
tonight I will be thrashing… Exhumed from the shelter of earth’s dusty
embrace for a morbid curiosity, Then abruptly dismembered without
compunction, just pure feriocity… Consumed and left to welter, In shredded
entrails and long dessciated pus, Wiping the firt from my hands, As I walk
from the grave that I’ve trampled to dust… Caskets uprooted, mausoleums
stained red, Riding high six feet deep amongst the deadest of the dead, A tombstone is the sole mute witness, To necro-attrocities as I endeavor to split this… Corpse in half, stricken by my wrath, The carcass is maimed,
Cleft by pick-axe, halved, quartered and smashed, The gravesite’s in flames,
Culled from the reams of obituaries deep in the cemetary, I torment the
entombed, The dead should be wary of the grudges I carry, Deep into the
gloom… Riding high six feet under, Inhale the stench of my nocturnal
plunderm I’ll never find piece in a cold, hard death bed, Until I have found
the deadest of the dead… Your insipid epitaph rots, In the dead-letter file,
A necrophile’s smile beguiles, Your remains thus defiled, The decrepit
laughter echoes, In the now vacant burial plot, Decayed, dead and decomposed,
But in peace you’ll never rot… Piss on the unholy grave, torso carved and
depraved, Now gone the way of all flesh to give me this day my daily death,
The next to fall prey to my sepulchural slaughter, Another dead festering
corpse whose demise has at last brought her… Under the blade, she’s carved
up and flayed, Body dismembered, No respects paid, I hack up the slayed, Who
no one remembers, Chainsaw fucked to the hilt, her guts have all spilled, I destroy the interred, One foot in the grave, by the casket enslaved, I’m an unholy terror… Riding high six feet down, Finding my niche in a hole in the
ground, One step over the dead-line I tread, In this graveyard of stiffs, I am the deadest of the dead…

Tradução da letra

Na mais mortífera das noites, faço um mau serviço graveside, a desanuviar o
restos daqueles que eu considero merecerem isto, um cadáver morto aos direitos será
passar por esta destruição rigorosa, selecionando o túmulo do pobre cadáver que
esta noite vou bater ... exumado do abrigo da terra poeirenta
abraça-te por uma curiosidade mórbida, depois desmembrada abruptamente sem
compunção, pura ferocidade ... consumida e deixada a soldar, em retalhos
entranhas e pus dessciado, limpando o firt das minhas mãos, enquanto caminho
do túmulo que pisei em pó ... caixões arrancados, Mausoléu
Vermelho Manchado, cavalgando com 1,80 m de profundidade entre os mais mortos dos mortos, uma lápide é a única testemunha muda, para necro-attrocidades enquanto me esforço para dividir este ... cadáver ao meio, atingido pela minha ira, a carcaça está mutilada,
Fissura por picareta, metade esquartejada e esmagada, a campa está em chamas. ,
Colhido das resmas dos obituários no fundo do cemitério, eu atormento o
sepultados, os mortos devem ter cuidado com os rancores que carrego, no fundo do
melancolia ... andar por baixo de um metro e meio, inalar o fedor do meu noturno
saquear nunca encontrarei um pedaço numa cama fria e dura até encontrar
o mais morto dos mortos... o seu epitáfio insípido apodrece, no ficheiro da carta morta.,
O sorriso de um necrófilo se ilude, os seus restos contaminados, o decrépito
o riso ecoa, no agora vazio túmulo, decadente, morto e decomposto.,
Mas em paz nunca apodrecerás ... mijo na campa profana, tronco esculpido e
depravado, agora foi o caminho de toda a carne para me dar hoje a minha morte diária,
O próximo a ser vítima da minha chacina sepulcral, outro morto a apodrecer.
cadáver cuja morte finalmente a trouxe ... sob a lâmina, ela foi esculpida
para cima e esfolado, o corpo desmembrado, sem respeito pago, eu corto o morto, que
ninguém se lembra, a motosserra fodida até ao cabo, as entranhas dela derramaram-se todas, eu destruo o enterrado, um pé na sepultura, junto ao caixão escravizado, sou um terror profano ... a andar a seis metros de profundidade, a encontrar o meu nicho num buraco no chão.
chão, um passo sobre a linha morta que eu Piso, neste cemitério de cadáveres, eu sou o mais morto dos mortos.…