Eths — Priape letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Priape" de Eths.

Letra

Tu l’as senti.
Son souffle fin file et fuit entre tes mains.
Fade pourpin glissant sous vos draps de demain.
Les singes vont et viennent dans ta tête.
Et se ploient sous vos lits de cachette.
Les tueurs aspermes léchant leurs verges.
En sors l’enfant des moteurs liberticides.
La vois-tu malade dans tes exercices de génisse?
Princesse étouffée ne vêlera pas pour toi.
Elle détresse ses cheveux de promesse.
Rapièce sa bouche juste sous ses yeux.
Lisa se ment, Lisa s’offrant pour lui se vend.
S'évapore, il est fort sans effort, l'éblouit de folie.
Déplie l’ataxie, Lisa souffrant pour lui se vend.
Lisa se ment, son corps se tord, globuline s'évapore.
Elle, belluaire se rend.
Sphère nucléole implose et renonce.
La nécrologe fermente l’horloge des fous.
Oblique tes muscles, la peur n’existe plus.
Ravage les silences laryngés, sature les cordes.
Libère les latences et délie les réponses.
Rachète ta saoule destruction ton premier exorde.
La polaire soupirante, le poivre au sang.
Poitrail soumis, abâtardir les titans.
Écoute, le juteux gosier se crève.
Goûte la son doux phénol, ton cœur.
Cette fille, mon sang t’achèvera de bonheur.
Domine la saveur, avale son humeur, ses peurs.
Émasculer l’envieux.
Lisa se ment, Lisa s’offrant pour lui se vend.
S'évapore, il est fort sans effort, l'éblouit de folie.
Déplie l’ataxie, Lisa souffrant pour lui se vend.
Lisa se ment, son corps se tord, globuline s'évapore.
Elle, belluaire se rend.
Supplice d’un flirt avec l'éternel, lui ôter la vie.
Et si elle ne le fait pas, moi je le tuerais, je le tuerais.
J’arracherai sa peau, s’il le faut de mes dents.
Casserai ses os àl'arôme animal.
Sucer sa moelle, sublimer le mal.
Sublimer le mâle, savourer le mal, rallonger le râle.
Je me fous d'être cannibale.

Tradução da letra

Sentiste.
O seu bom hálito corre e foge para as tuas mãos.
"Fade pourpin" a deslizar debaixo dos lençóis de amanhã.
Os macacos entram e saem na tua cabeça.
E arar debaixo das vossas camas escondidas.
Os assassinos amargos a lamber os seus quintais.
Tirem a criança dos motores liberticide.
Vê-la doente nos seus exercícios de novilha?
A princesa sufocada não vai dar à luz por ti.
Ela aflige o cabelo com promessas.
Bate-lhe na boca debaixo dos olhos.
Lisa mente para si mesma, Lisa se oferece para se vender.
Evapora-se, é forte sem esforço, deslumbra-o com a loucura.
Desenrola a ataxia, a Lisa que sofre por ele vende-se.
A Lisa mente, o corpo dela torce, a globulina evapora.
Ela, belluaire rende-se.
A esfera Nucleolus implode e renuncia.
O obituário fermenta o relógio dos tolos.
Oblíqua os teus músculos, o medo já não existe.
Destrói silêncios laríngeos, satura as cordas.
Liberta as latências e desata as respostas.
Redime a sua destruição embriagada a sua primeira exordância.
O velo a suspirar, a pimenta de sangue.
Peito submisso, derrubem os Titãs.
A garganta sumarenta está a morrer.
Prova o doce som de fenol, o teu coração.
Aquela rapariga, o meu sangue vai fazer-te feliz.
Domina o sabor, engole o seu humor, temores.
Castiguem os invejosos.
Lisa mente para si mesma, Lisa se oferece para se vender.
Evapora-se, é forte sem esforço, deslumbra-o com a loucura.
Desenrola a ataxia, a Lisa que sofre por ele vende-se.
A Lisa mente, o corpo dela torce, a globulina evapora.
Ela, belluaire rende-se.
Tormento de namoriscar com o Senhor, tira-lhe a vida.
E se ela não o fizer, eu mato-o, eu mato-o.
Arranco - lhe a pele dos dentes, se for preciso.
Vou partir-lhe os ossos com o aroma animal.
A sugar-lhe a medula, a sublimar o mal.
Sublimar o macho, saborear o mal, alongar o chocalho.
Estou-me nas tintas para ser Canibal.