Eths — Crucifère letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Crucifère" de Eths.

Letra

Je ne m’entends plus.
Je ne m’en sors plus !
Aide-moi, rien qu’une autre fois !
J’ai mâché mes mains.
Je ne sens plus rien.
Éteints moi !
Je sais la vérité, l’ai toujours honorée.
Je sais la vérité, je l’ai toujours détestée.
Non, je ne veux plus m’asseoir.
Ma vie n'était qu’un rêve.
L’amertume s’amoncelle.
Je prie d'être irréelle.
Nos veines ruissellent.
Envahissent ma tête et je crève.
J’ai cassé la beauté, effacé, gratté, cessé d’exister.
Non, je ne veux plus m’asseoir.
Plus envie de te voir prés de moi, non !
Enclin disgracieux.
J’irais brûler mes ailes.
Mutation corporelle.
Je m’aime facétieuse.
Démons malins galopent.
Si beaux, sur leurs chevaux m’enveloppent.
Enlevez-moi !
L’armée d’infidèle me saisira.
Assise.
Non ! J’ai sali les amants de ma langue de serpent.
J’ai enflammé nos chairs avec nos amours passées.
J’ai pleuré les avants, la rage des pères.
J’ai brûlé nos bancs, de toute ma haine, je me lève.
Rien, envie du sien de bien.
Rien, envie de moins de bien.
Plus envie de nos devoirs là-bas !
Plus envie de te voir prés de moi !
Ce que tu ne peux sentir.
Tu n’as pas compris.
Tout ce qui me fait languir.
Tu n’as pas compris.
La vérité, tu ne l’as pas comprise.
M’a rattrapée, tu n’as pas compris: J’y crois encore.

Tradução da letra

Já não consigo ouvir-me.
Não aguento mais !
Ajuda-me, fica para a próxima !
Mastiguei as mãos.
Não sinto nada.
Desliga-me !
Eu sei a verdade, sempre a honrei.
Eu sei a verdade, sempre a odiei.
Não, Não me quero sentar mais.
A minha vida foi só um sonho.
A amargura aumenta.
Peço para ser irreal.
As nossas veias estão a pingar.
Invade a minha cabeça e Morro.
Quebrei a beleza, apaguei, arranhei, deixei de existir.
Não, Não me quero sentar mais.
Não, Não te quero ver mais perto de mim.
Sem tendência para isso.
Vou queimar as minhas asas.
Mutação Corporal.
Adoro-me a mim mesmo.
Demónios malignos galopam.
Tão bonita, nos seus cavalos, embrulha-me.
Levem-me daqui !
O exército de infiéis vai me prender.
Banco.
Não ! Sujei os amantes com a minha língua de cobra.
Acendi a nossa carne com os nossos amores passados.
Chorei para a frente, a raiva dos pais.
Queimei os nossos bancos, com todo o meu ódio, levantei-me.
Nada, ansiando pelo seu próprio bem.
Nada, quero menos bem.
Acabou-se o desejo pelos trabalhos de casa !
Chega de querer ver-te perto de mim !
O que não consegues sentir.
Não estás a perceber.
Tudo o que me faz definhar.
Não estás a perceber.
A verdade é que não percebeste.
Apanhaste-me, não percebeste: ainda acredito nisso.