Estopa — Madre (Directo) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Madre (Directo)" de Estopa.

Letra

Pa' las madres solteras, señores
Va dedicada esta canción…
Soy una gota de lluvia, soy un cigarro apagado
Soy una pagina sucia, soy un cuchillo oxidado
Soy el sol de media noche, soy el miedo de la gente
Soy un accidente de coche, soy locura de tu mente
Yo no soy, yo no soy, yo no soy, yo no soy
Ni siquiera un pobre parásito agonizante
Que me muero, que me muero, que me muero
Que me muero, no es que no quiera ¡que va!
Es que no quiero mirarte
Ya me voy, ya me voy, ya me voy, ya me voy
Me vuelvo a mi agujero negro a incrustarme
Y en el vientre, en el vientre, en el vientre
En el vientre de mi redentora ¡madre!
Ya estoy de vuelta madre, Ya estoy de vuelta madre
Ya estoy de vuelta madre, Ya estoy de vuelta…
Y de hojas negras, fuegos fatuos
Rojas velas, yo me mato
Soy el casco del obrero, soy tu odio limpio y puro
Soy el puto mes de enero, soy tu corazón duro
Soy el paso del tiempo, soy un pobre que ha robado
Soy un perro hambriento, soy un loco desquiciado…
Ya estoy de vuelta madre, Ya estoy de vuelta madre
Ya estoy de vuelta madre, Ya estoy de vuelta madre
Ya estoy de vuelta…
Yo no soy, yo no soy, yo no soy, yo no soy
Ni siquiera un pobre parásito agonizante, agonizante
Que me muero, que me muero, que me muero
Que me muero no es que no quiera ¡que va!
Es que no quiero mirarte

Tradução da letra

Pa ' mães solteiras, senhores
Esta música é dedicada…
Eu sou uma gota de chuva, Eu sou um charuto fora
Sou uma página suja, sou uma faca enferrujada
Sou o sol da meia-noite, sou o medo das pessoas
Sou um acidente de carro, sou loucura da tua mente
Eu não sou, eu não sou, eu não sou, eu não sou
Nem mesmo um pobre parasita agonizante
Que morro, que morro, que morro
Que eu morro, não é que eu não queira o que vai!
Não quero olhar para ti
Já me vou, já vou, já vou, já vou
Vou voltar para o meu buraco negro para me incorporar
E no ventre, no ventre, no ventre
No ventre da minha redentora mãe!
Já estou de volta mãe, Já estou de volta mãe
Já estou de volta mãe, Já estou de volta…
E de folhas pretas, fogos fátuos
Velas vermelhas, eu mato - me
Sou o capacete do operário, sou o teu ódio puro e puro
Eu sou a porra do mês de janeiro, Eu sou seu coração duro
Sou a passagem do tempo, sou um pobre que roubou
Sou um cão faminto, sou um louco louco…
Já estou de volta mãe, Já estou de volta mãe
Já estou de volta mãe, Já estou de volta mãe
Estou de volta…
Eu não sou, eu não sou, eu não sou, eu não sou
Nem mesmo um pobre parasita agonizante, agonizante
Que morro, que morro, que morro
Que morro não é que não queira que vai!
Não quero olhar para ti