Eros Ramazzotti — Exodos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Exodos" de Eros Ramazzotti.
Letra
En una esquina un escrito rezaba así
«El último que salga que apague la luz
Que no pueda nadie mirar, donde está
Al país del que le hablamos»
Entre las ruínas un viejo se queda allí
Con su gran dolor, sin una lagrima ya Porque ya las ha llorado
En su corazón ahogado
«Yo de aquí no puedo irme» nos decía
«pues mis pies están cansados y, además
Esta tierra es nuestra tierra, mírala
El cerezo lo he plantado con mis manos
Y en un mes o dos florecerá
Como un signo de esperanza renacerá
Y al seguir el paso de mil huellas
Se me encoge el corazón porque
No puedo ver como se marchan
Tantos amigos, tantos testigos
Que callarán
Hasta las aves, cuando amanezca
Alzando el vuelo, emigrarán
Lejos de esta mala suerte
De este invierno, de esta muerte
Que otro frío nos traerá"
Cómo se marchan todas las cosas
Las bellas esposas, cómo se marchan
¿Hacia dónde? Quién sabrá.
¿Qué caminos andarán antes de poder parar?
Y sobre el muro queda escrito
Aquello que dice así
«El último que salga que apague la luz
Y que nunca mire a sus espaldas
Que camine hasta encontrar
Otro tiempo, otra esperanza
Por la humanidad"
En una esquina
Tradução da letra
Num canto um escrito rezava assim
"O último que sair que apague a luz
Que ninguém possa olhar, Onde está
Ao país de que falámos»
Entre as ruínas um velho fica lá
Com sua grande dor, sem uma lágrima já Porque já as chorou
Em seu coração afogado
"Eu daqui não posso ir" dizia-nos
"pois meus pés estão cansados e, além disso,
Esta terra é a nossa terra, olha para ela
A cereja eu plantei com minhas mãos
E em um mês ou dois florescerá
Como um sinal de esperança renascerá
E ao seguir o passo de mil pegadas
O meu coração encolhe porque
Não vejo como se vão embora
Tantos amigos, tantas testemunhas
Que se calem
Até os pássaros, quando amanhecer
Erguendo o vôo, eles migrarão
Longe desta má sorte
Deste inverno, desta morte
Que outro frio nos trará"
Como todas as coisas saem
As belas esposas, como se vão embora
Para onde? Quem saberá.
Que estradas andarão antes de poder parar?
E sobre o muro está escrito
Aquilo que diz assim
"O último que sair que apague a luz
E que nunca olhe para as suas costas
Que caminhe até encontrar
Outro tempo, outra esperança
Pela humanidade"
Num canto