Enrique Morente — Abajo El Alzheimer letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Abajo El Alzheimer" de Enrique Morente.
Letra
Sí, que los recuerdo, fueron los mejores
Con muchos detalles y vivos colores
Aquí van las cuentas de mis cien amores
Veamos si tengo o no tengo memoria
Un amor eterno, otros casi tanto
De siempre me prenden los cinco en su encanto
Tan sólo por ellas he vertido el llanto
Peaje de amor, cantidad irrisoria
Amores de suerte, amores de paso
Amores refugio, amores al raso
Parques del Retiro, museos Picasso
Incluso una suite en el Waldorf Astoria
Amores insólitos por lo singulares
Hay reinas del mar por los siete mares
De amores sin par, unos quince pares
Y todas tangibles, ninguna ilusoria
Descuéntame uno y van treintaycuatro
El uno que tacho fue puro teatro
Una tontería y no lo idolatro
Ocurre que es que no tuve escapatoria
De cinco minutos, de media mañana
De fin de mi vida, de fin de semana
Por el via amoris de mi real gana
Cada uno su cruz y hoy la mía es de gloria
Amores de ida, amores de vuelta
Amores debidos al Ebro y al Delta
Y al imperio ruso y al folclore celta
También llevo bien geografía e historia
Van ochenta y casi me olvido la lluvia
Mojando los rizos de mi única rubia
Y a mi diosa blanca. Y a mi esclava nubia
Y a mis tres Marías, Marías Victorias
Y a las seis menores aunque muy crecidas
Sus seis casi estrenos me dieron seis vidas
Me obligó el espejo a seis despedidas
De seis aplicadas en arte amatoria
Las ocho que faltan las guardo en secreto
Que yo fui Montesco y ellas Capuleto
Y me comprometen o las comprometo
Mi alegre canción iba a ser mortuoria
Y ya están las cuentas de mis cien amores
Que claro que sí, fueron los mejores
Y si queréis más, yo, de mil amores
Y ruede la rueda y gire la noria
Tradução da letra
Sim, lembro - me deles, foram os melhores
Com muitos detalhes e cores vivas
Aqui vão as contas dos meus cem amores
Vamos ver se Tenho ou não memória
Um amor eterno, outros quase tanto
De sempre me pegam os cinco em seu encanto
Só por elas derramei o choro
Pedágio de amor, quantidade irrisória
Amores de sorte, amores de passagem
Amores refúgio, amores Ao cetim
Parques do Retiro, museus Picasso
Até uma suite no Waldorf Astoria
Amores incomuns pelo singular
Há rainhas do mar pelos sete mares
De amores sem par, cerca de quinze pares
E todas tangíveis, nenhuma ilusória
Desconte me um e van trintayquatro
Aquele que tacho foi puro teatro
Um disparate e não o idolatro
Acontece que é que não tive escapatória
Cinco minutos, meio da manhã
Fim de semana, fim de semana
Pelo via amoris do meu real ganha
Cada um a sua cruz, e hoje a minha é de glória
Amores de ida, amores de volta
Amores devidos ao Ebro e ao Delta
E ao Império Russo e ao folclore celta
Também tenho Geografia e história
Vão oitenta e quase me esquecia da chuva
Molhar os cachos da minha única loira
E a minha deusa branca. E a minha escrava núbia
E às minhas três marias, Marias vitórias
E às seis menores embora muito crescidas
Suas seis quase estreias me deram seis vidas
O espelho obrigou me a seis despedidas
De seis aplicadas em arte amatória
As oito que faltam guardo as em segredo
Que eu era Montesco e elas Capuleto
E comprometem me ou comprometo as
A minha alegre canção ia ser mortuária
E já estão as contas dos meus cem amores
Claro que sim, foram os melhores
E se quiserem mais, eu, de mil amores
E role a roda e gire a roda gigante