Enrique Bunbury — De todo el mundo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "De todo el mundo" de Enrique Bunbury.
Letra
Que no interrumpa lo cotidiano
Mis pensamientos,
Que no me dejen
Sin mi sustento en vano.
Que no me atrape lo mundano.
Si prefiero no estar quieto,
Que no me pongan en un aprieto
Por algo que no está en mi mano.
Que no me consuman,
Si, como sumo, soy un regalo,
Que no le cause a nadie espanto
Si yo mismo me acuso.
Que no me atrape lo mundano,
Si prefiero no estar quieto,
Que no me pongan en un aprieto
Por algo que no está en mi mano.
Soy vagabundo, siempre de paso.
De aquí, de allá, de todo el mundo.
No tengo dueño, no soy tu esclavo,
Un poco tuyo, y de todo el mundo.
Soy vagabundo, siempre de paso.
De aquí, de allá, de todo el mundo.
No tengo dueño, no soy tu esclavo,
Un poco tuyo y de todo el mundo.
Que no me atrape lo mundano.
Si prefiero no estar quieto,
Que no me pongan en un aprieto
Por algo que no está en mi mano.
Que no interrumpa lo cotidiano,
Mis pensamientos…
Tradução da letra
Que não interrompa o cotidiano meus pensamentos, que não me deixem sem meu sustento em vão.
Que não me apanhe o mundano.
Se prefiro não ficar parado, não me metam num aperto por algo que não está na minha mão.
Que não me consumam, se, como sumo, sou um presente, que não cause a ninguém espanto Se eu mesmo me acuso.
Que não me apanhe o mundano, se prefiro não ficar quieto, que não me ponham num aperto por algo que não está na minha mão.
Sou vagabundo, sempre de passagem.
Daqui, de lá, de todo o mundo.
Não tenho dono, não sou teu escravo, um pouco teu, e de todo o mundo.
Sou vagabundo, sempre de passagem.
Daqui, de lá, de todo o mundo.
Não tenho dono, não sou teu escravo, um pouco teu e de todo o mundo.
Que não me apanhe o mundano.
Se prefiro não ficar parado, não me metam num aperto por algo que não está na minha mão.
Que não interrompa o cotidiano, meus pensamentos…