Enrico Ruggeri — Il capitano letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Il capitano" de Enrico Ruggeri.

Letra

Ho costeggiato dirupi profondi,
seguendo sirene di mari di mondi.
Ho capito la notte più nera cercando le tracce di vita.
Ed ho avuto compagni di strada,
perduti a contare le stelle coi tempi scaduti,
che dentro alla cenere trovano pace da sempre sognata.
E tenendo le porte comunque socchiuse
ho lasciato persone ferite e deluse nel viaggio.
Quando volevo partire, quando morivo di nostalgia.
Quando volevo tornare, quando volevo cambiare.
Ho camminato su lame taglienti,
malgrado le corde strappate coi denti
e le bende macchiate di sangue più rosso del vino bevuto.
Ed ho visto coprire di terra gli amici
portando orgoglioso le mie cicatrici,
giocando la vita a bruciare del tempo per niente perduto.
E tenendo le mani mai troppo pulite
ho lasciato persone ferite sparite nel viaggio.
Quando volevo partire, quando morivo di nostalgia.
Quando volevo tornare, quando volevo cambiare.
E ora che sono più solo di prima,
la barca nel porto legata alla cima
è uno scheletro nero antracite che dondola lento sul mare.
E consegno i peccati ad un Dio sconosciuto
che spero non sappia di come ho vissuto
e conosca soltanto il dolore provato nel farmi lasciare,
di quando, guardando quegli occhi per terra,
ho portato persone alla guerra mettendole in viaggio.
Quando volevo partire, quando morivo di nostalgia.
Quando volevo tornare, quando volevo cambiare.
(Grazie a rs staff per questo testo)

Tradução da letra

Saltei penhascos profundos,
a seguir sirenes de mundos mares.
Percebi a noite mais escura à procura de vestígios de vida.
E eu tinha companheiros de viagem.,
perdido para contar as estrelas com o tempo expirado,
dentro das cinzas encontram a paz sempre sonhada.
E mantendo as portas fechadas
Deixei as pessoas magoadas e desapontadas na viagem.
Quando queria partir, quando estava a morrer de nostalgia.
Quando queria voltar, quando queria mudar.
Caminhei sobre lâminas afiadas,
apesar das cordas rasgadas com os dentes
e ligaduras manchadas de sangue mais vermelhas do que Vinho bêbado.
E vi os meus amigos cobertos de terra
orgulhosamente Carregando minhas cicatrizes,
jogar vida para queimar tempo por nada perdido.
E manter as mãos sempre limpas
Deixei pessoas feridas desaparecidas na viagem.
Quando queria partir, quando estava a morrer de nostalgia.
Quando queria voltar, quando queria mudar.
E agora que estou mais sozinho do que antes,
o barco no Porto amarrado ao topo
é um esqueleto negro antracita que balança lentamente sobre o mar.
E entrego os meus pecados a um deus Desconhecido
que espero que não saibas como vivi
e saber apenas a dor que senti para me fazer partir,
quando, olhando para aqueles olhos no chão,
Trouxe pessoas para a guerra levando-as numa viagem.
Quando queria partir, quando estava a morrer de nostalgia.
Quando queria voltar, quando queria mudar.
(Agradecimentos ao pessoal do rs por este texto)