England in 1819 — Alma letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Alma" de England in 1819.
Letra
Wooden walls, a barn, seeded up in rows. Foxes' voices coming from the roost.
What frightens you? What scares you? What feeble thoughts grow and mold in
your mind, changing the steps you take, as your feet just gladly follow your
eyes?
Everyday, it’s the same rope that could save a broken climb up from peril,
ends up under his chin.
He sleeps best, while doors left ajar, in secret hopes, someone reaches, go.
Pages found at first beneath a broken climber’s floated feet, and now engraved
in stone above. Opened, turning, I learned of everyday.
I’ve been on my own, taking it all in time, wondering where the light will come
from.
And all this holding back, draws me up inside, dried from overuse, a well,
my worry.
There’s nothing quite as bad, as waking up everyday, seeing how the world goes
on without you.
I just need someone, I could be the walking stick, you can choose the route,
just take me along.
I’ve been on my own, fighting the waves at sea, I hopelessly shoot at an
ever-changing foe, everyday.
Tradução da letra
Paredes de madeira, um celeiro, em filas. As vozes das raposas vêm do poleiro.
O que te assusta? O que te assusta? Que pensamentos fracos crescem e moldam em
sua mente, mudando os passos que você toma, como seus pés apenas de bom grado seguir o seu
olhos?
Todos os dias, é a mesma corda que pode salvar uma subida quebrada do perigo.,
acaba debaixo do queixo.
Ele dorme melhor, enquanto as portas saem entreabertas, na esperança secreta, alguém alcança, vai.
Páginas encontradas no início sob os pés flutuantes de um alpinista partido, e agora gravadas
em pedra lá em cima. Aberto, girando, eu aprendi de todos os dias.
Tenho estado por minha conta, a levar tudo a tempo, a perguntar-me onde virá a luz.
de.
E toda esta contenção, atrai-me para dentro, seca de uso excessivo, um poço,
a minha preocupação.
Não há nada tão mau como acordar todos os dias, ver como o mundo corre
vamos sem ti.
Eu só preciso de alguém, eu posso ser a bengala, tu podes escolher o caminho,
leva-me contigo.
Tenho estado por minha conta, a lutar contra as ondas no mar, atiro irremediavelmente num
sempre a mudar inimigos, todos os dias.