Emma Marrone — Non Sono Solo Te letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Non Sono Solo Te" de Emma Marrone.

Letra

Sono labbra consumate dalle lettere che scrivo
Lacrime in corsivo e felicità
Maiuscole indecenti, sono sangue in mezzo ai denti
Sono una e sono tanti
Sono il caldo sulla pelle e nascondo una ferita
Poi il profumo di mia madre
Che ho da quando sono nata
Sono muscoli e pensieri devastanti e poi leggeri
Sono quella che hai davanti sono sola e sono tanti
Sono amica di un mio amico perché non mi ha detto niente
Quando hai messo il tuo sigillo
Un’altra volta il mio presente
Sono forbici affilate per tagliare il mio passato
Sono pure il mio mestiere che mi sono guadagnato
Non sono solo te, non sono solo te, io non sono solo te
Sono il corpo di una donna
La fragilità di un uomo
E alla fiera dei silenzi non mi senti ma ci sono
So mangiare con le mani, so dormire sopra i rovi
È una notte sotto un cielo boreale
Io ti penso e tu mi trovi
Non sono solo te, non sono solo te
Io non sono solo te, io non sono solo te
Ho lo sguardo che non cede anche quando sembra triste
E per ogni cosa persa ho due rime nelle tasche
So tenere il tempo, so stonare a tempo
È una notte sotto un cielo boreale
Io ti penso ma non sono solo te
Non sono solo te, io non solo te
Io non sono solo te, io non sono solo te
Io non solo te, io non sono te, non sono solo te
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Tradução da letra

São lábios consumidos pelas letras que escrevo
Lágrimas em itálico e felicidade
Letras maiúsculas indecentes, são sangue no meio dos teus dentes.
Eu sou um e há muitos
Sou o calor na pele e escondo uma ferida
Então o cheiro da minha mãe
Que tenho desde que nasci
São músculos e pensamentos devastadores e depois luz
Sou eu que estou à tua frente estou sozinho e há tantos
Sou amigo de um amigo meu porque ele não me disse nada.
Quando colocares o teu selo
Outra vez o meu presente
São tesouras afiadas para cortar o meu passado
É também a minha profissão que ganhei.
Não sou só tu, não sou só tu, não sou só tu.
Sou o corpo de uma mulher.
A fragilidade de um homem
E na Feira do silêncio não me ouves, mas há
Posso comer com as minhas mãos, posso dormir sobre os rebentos
É uma noite debaixo de um céu boreal
Eu penso em TI e tu encontras-me
Não sou só tu, não sou só tu.
Não sou só tu, não sou só tu.
Eu tenho o olhar que não cede mesmo quando parece triste
E por tudo o que perdi, tenho duas rimas nos bolsos.
Posso manter o tempo, posso atordoar o tempo
É uma noite debaixo de um céu boreal
Penso em ti, mas não sou só tu.
Não sou só tu, não sou só tu.
Não sou só tu, não sou só tu.
Não sou só tu, não sou tu, não sou só tu.
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