Emilie-Claire Barlow — Petit matin letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Petit matin" de Emilie-Claire Barlow.

Letra

Petit matin sans horizon
Petit café, fumée d’usines
Je r’garde le derrière des maisons
Les femmes sont à leur cuisine
Y a des oiseaux qui s' font la cour
Sur les fils du Bell Téléphone
Et dans l’oeil crevé de ma cour
Un 747 qui résonne
Il pousse un gros transformateur
Au coeur de ce qui fut un chêne
Sur la vitre je trace un coeur
Que la buée retrace à peine
Le transistor hurle à la mort
Des airs à faire pendre un merle
Les enfants s’amusent dehors
Dans la sloche un collier de perles
Petit matin, Petit matin
Petit matin sans horizon
Au hasard j’ouvre le journal
Crime passionnel rue Lacordaire
Paraît qu' ça va d' plus en plus mal
Pour les mangeurs de pomme de terre
Paraît aussi qu' le Président
S’amuse à jouer à la roulette
Entr' deux annonces à la page cent
Avec c' qui reste de la planète
Moi je m’en viens à mon piano
Je trouve cet air de ma grand’mère
Et pour les mots je mets l' phono
De mon p’tit matin solitaire
Dommage que ce soit si gris
J’aurais voulu dire autre chose
Faudrait recommencer la vie
Avant de rechanter les roses
Petit matin, Petit matin
Petit matin sans horizon (x2)

Tradução da letra

De manhã cedo sem horizonte
Café pequeno, fumo de fábrica
Eu guardo as traseiras das casas.
As mulheres estão na cozinha.
Há pássaros que fazem a corte
Nos fios da campainha do telefone
E no olho perfurado do meu quintal
Um 747 que ressoa
Cresce um grande transformador.
No coração do que era um carvalho
No vidro eu desenho um coração
Que a neblina mal se encontra
O transístor grita até à morte.
Airs to hang a blackbird
As crianças divertem-se lá fora
No sloche um colar de pérolas
De manhã cedo, de manhã cedo
De manhã cedo sem horizonte
Ao acaso, abro o registo
Crime passionel rue Lacordaire
Ouvi dizer que está cada vez pior.
Para Batateiras
Parece também que o Presidente
Divirta-se jogando roleta
Introduza dois anúncios na página 100
Com o resto do planeta
Eu venho ao meu piano
Acho este olhar da minha avó
E por palavras ponho o fonoaudiólogo
Da minha manhã solitária
É pena que seja tão cinzento
Quem me dera ter dito outra coisa.
Devíamos recomeçar a vida.
Antes de cantar rosas
De manhã cedo, de manhã cedo
Início da manhã sem horizonte (x2)