Élodie Martelet — Fille de marin letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Fille de marin" de Élodie Martelet.
Letra
Ils croient mon cœur comme les pierres
De ce rivage que je sillonne
Quand sourde à toutes leurs prières
Ce n’est qu’à lui que je me donne
Suis-je donc la seule à entendre
Le chant des vagues sur les rochers
Quand je laisse mon âme se tendre
Vers les immensités salées
Mon père, lui navigue en son sein
Seul homme qui attire mon regard
Même dans les horizons lointains
Même loin de la lumière des phares
Fille de marin
Je n’ai aimé
Que les embruns
Et les marées
Coeur d’océan
Je ne suivrai
Que les courants
Des eaux salées
Ma mère ne voit qu’une étrangère
Elle ne reconnaît son sang
Elle rêve de me garder à terre
Pour elle la mer n’est que néant
Parfois je le vois dans ses yeux
Hurlant une terreur muette
Fixant les rivages orageux
Où je danse avec la tempête
Mon père lui ne fait quesourire
Dire que je suis née des grands vents
Taillée dans le vois du navire
Qu’il m’a créée de l’océan
Fille de marin
Je n’ai aimé
Que les embruns
Et les marées
Coeur d’océan
Je ne suivrai
Que les courants
Des eaux salées
Quand mon front est brûlant de fièvre
Je ne le rince que sur la grève
Aux creux des vagues je vais confier
L’écume bouillante de mes secrets
Fille de marin
Je n’ai aimé
Que les embruns
Et les marées
Coeur d’océan
Je ne suivrai
Que les courants
Des eaux salées
Tradução da letra
Eles acreditam no meu coração como pedras
A partir desta costa Eu ando
Quando surdos a todas as suas orações
É só a ele que me entrego.
Também eu sou o único a ouvir
A canção das ondas nas rochas
Quando deixo a minha alma esticar
Para a vastidão salgada
O meu pai, ele navega dentro dele.
O único homem que me chama a atenção
Mesmo em horizontes distantes
Mesmo longe da Luz Do Farol
Filha de marinheiro
Eu não apreciava
Do que pulverização
E as marés
Ocean heart
Eu não seguirei
Que correntes
Salgado
A minha mãe só vê um estranho.
Ela não reconhece o seu sangue.
Ela sonha em manter-me em baixo
Para ela o mar não é nada
Às vezes vejo-o nos olhos dele.
Gritando um terror silencioso
A fixar as margens tempestuosas
Onde eu danço com a tempestade
O meu pai deixa-o doente.
Para dizer que nasci dos grandes ventos
Corte na vista do navio
Que ele me criou do oceano
Filha de marinheiro
Eu não apreciava
Do que pulverização
E as marés
Ocean heart
Eu não seguirei
Que correntes
Salgado
Quando a minha testa está a arder de febre
Só o lavo em greve.
Às profundezas das ondas confiarei
A espuma fervente dos meus segredos
Filha de marinheiro
Eu não apreciava
Do que pulverização
E as marés
Ocean heart
Eu não seguirei
Que correntes
Salgado