Elodie Frégé — Les heures inertes letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Les heures inertes" de Elodie Frégé.
Letra
Au quai d’une gare, sans averse ni rencard
Au gris du trottoir, qu’on me dépasse sans me voir
J’attends aux phares de longs soirs, sans un verre sur un brancard
Je gagne le retard, j’ai la patience sans égards
J’attends d'être la prochaine
Un baiser à la traîne
Qu’un pas me retienne
D'être l’obsession, l’aubaine
J’avoue, j’avoue, j’attends
Mon pas s’endort dans sa trace
Ce fou qu'était mon temps
N’est pas avare hélas
Oh, j’avoue, j’avoue, j’attends
Au cou d’un parfum, de déserter des lieux communs
Au bord du crachin, de devenir un homme que ça m’arrive enfin
Que quelqu’un me veuille, d’afficher un bel orgueil
Qu’il entre et m’effeuille, de finir fanée sur un seuil
J’attends qu’on passe aux menaces
Quand l’ennuie me terrasse
D'être dans l’impasse
Pour m’inventer l’audace
J’avoue, j’avoue, j’attends
Mon pas s’endort dans sa trace
Ce fou qu'était mon temps
N’est pas avare hélas
J’avoue, j’avoue, j’avoue, j’attends
J’avoue je vous attends
Au passage et je m’y vois
Si souvent quand j’attends
Qu’on attende que moi, moi, moi
Le soleil gît sur les roses
Et je retiens la pose
Et voilà que j’implose
En attendant, en attendant
J’avoue, j’avoue, j’avoue, j’attends
J’avoue, j’avoue, j’attends
Mon pas s’endort dans sa trace
Ce fou qu'était mon temps
N’est pas avare hélas
J’avoue, j’avoue, j’attends
Oh, oh
J’avoue, j’avoue, j’attends
Oh, oh
Oh, oh
Oh, oh…
Tradução da letra
Na doca de uma estação, sem chuva ou data
Para o cinzento do passeio, que eles passam por mim sem me ver
Espero nos faróis das longas noites, sem beber numa maca.
Ganho o atraso, tenho paciência sem consideração.
Estou à espera de ser o próximo.
Um beijo nos bastidores
Deixa um passo segurar-me
Ser a obsessão, o dom
Eu confesso, eu confesso, eu espero
O meu passo adormece no seu rasto
Que tolo foi o meu tempo
Não é mesquinho infelizmente
Eu confesso, eu confesso, eu espero
No pescoço de um perfume, para desertar lugares comuns
À beira do cuspo, tornar-me num homem que finalmente me acontece
Que alguém me queira, para mostrar um belo orgulho
Deixa - o entrar e despir-me, para acabar num limiar
Estou à espera de ameaças.
Quando me aborreceu o terraço
Estar parado
Para me inventar a audácia
Eu confesso, eu confesso, eu espero
O meu passo adormece no seu rasto
Que tolo foi o meu tempo
Não é mesquinho infelizmente
Eu confesso, eu confesso, eu confesso, eu espero
Admito que estou à tua espera.
A propósito, vemo-nos lá.
Tantas vezes quando espero
Vamos esperar por mim, por mim, por mim
O sol está nas rosas
E eu mantenho a pose
E aqui implodo
Entretanto,
Eu confesso, eu confesso, eu confesso, eu espero
Eu confesso, eu confesso, eu espero
O meu passo adormece no seu rasto
Que tolo foi o meu tempo
Não é mesquinho infelizmente
Eu confesso, eu confesso, eu espero
Oh, oh
Eu confesso, eu confesso, eu espero
Oh, oh
Oh, oh
Oh, oh…