Elefante — La Historia Sin Fin letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Historia Sin Fin" de Elefante.

Letra

Me dices que no, que no volverás,
que ya nada importa, que nada es igual,
que se te acabó el vino y el pan,
y poquito a poco las ganas de amar.
No sé que pasó, ni que pasará,
a veces la vida nos trata tan mal.
Yo aquí seguiré, tú te marcharás,
dejando recuerdos, y el último adiós
clavado en mi pecho.
Fantasmas que muerden,
cadenas que atan,
señales de una tempestad,
sabor amargo a soledad.
Millones de sueños, dormidos, muriendo.
El crudo invierno por llegar,
la triste historia sin final.
Y que puedo hacer, de que servirá,
ahogar esta pena, quererte olvidar,
si vives en mí, si nunca te irás,
te llevo tan dentro.
No sé lo que haré, ni sé lo que harás,
pero si regresas me vas a encontrar.
Yo aquí seguiré, tú te marcharás,
dejando recuerdos, y el último adiós,
clavado en mi pecho.
Fantasmas que muerden,
cadenas que atan,
señales de una tempestad,
sabor amargo a soledad.
Millones de sueños, dormidos, muriendo.
El crudo invierno por llegar,
la triste historia sin final.
Mi mundo, se ha quedado parado.
Y esta vida la quiero caminar,
pero a tu lado.
Fantasmas que muerden,
cadenas que atan,
señales de una tempestad,
sabor amargo a soledad.
Millones de sueños, dormidos, muriendo.
El crudo invierno por llegar,
la triste historia sin final.
Fantasmas que muerden,
cadenas que atan,
Fantasmas que muerden,
sabor amargo a soledad,
Millones de sueños, dormidos, muriendo.
(Gracias a Alucard Black Panther por esta letra)

Tradução da letra

Dizes-Me que não, que não vais voltar,
que já nada importa, que nada é igual,
o vinho e o pão acabaram,
e pouco a pouco a vontade de amar.
Eu não sei o que aconteceu, nem o que vai acontecer,
às vezes a vida nos trata tão mal.
Eu vou continuar aqui, tu vais-te embora,
deixando memórias, e o último adeus
pregado no meu peito.
Fantasmas que mordem,
correntes que amarram,
sinais de uma tempestade,
gosto amargo de solidão.
Milhões de sonhos, dormindo, morrendo.
O inverno cru para chegar,
a triste história sem fim.
E o que posso fazer, de que servirá,
afogar esta pena, querer esquecer-te,
se viveres em mim, se nunca te vais embora,
levo-te lá dentro.
Não sei o que vou fazer, nem sei o que vais fazer,
mas se voltares, vais encontrar-me.
Eu vou continuar aqui, tu vais-te embora,
deixando memórias, e o último adeus,
pregado no meu peito.
Fantasmas que mordem,
correntes que amarram,
sinais de uma tempestade,
gosto amargo de solidão.
Milhões de sonhos, dormindo, morrendo.
O inverno cru para chegar,
a triste história sem fim.
O meu mundo ficou parado.
E esta vida eu quero andar com ela,
mas ao teu lado.
Fantasmas que mordem,
correntes que amarram,
sinais de uma tempestade,
gosto amargo de solidão.
Milhões de sonhos, dormindo, morrendo.
O inverno cru para chegar,
a triste história sem fim.
Fantasmas que mordem,
correntes que amarram,
Fantasmas que mordem,
gosto amargo a solidão,
Milhões de sonhos, dormindo, morrendo.
(Graças a Alucard Black Panther por esta letra)