El Vicio Del Duende — Sigo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Sigo" de El Vicio Del Duende.
Letra
Sigo caminando porque ya no encuentro nada donde ayer…
Sigo navegando a la deriva, busco un barco de papel…
Sigo sin motivo a veces, y otras veces todo marcha bien
Hoy no se quien soy; y mañana me conozco demasiado…
Sigo preguntándome que pinto si no pinto una canción…
Sigo haciendo trampas al silencio con los restos de mi voz…
Cada vez mas vivo y siempre sigo lo que tengo por hacer
Que no terminé, ni recuerdo en que momento ha comenzado…
Sigo estando como sigue estando el mar
De un Noviembre frío…
Sigo aunque no sepa el camino, aunque se crucen mis pies
Poquito a poco voy comprendiendo lo que duele perder
No tengo ni siquiera un remedio para cuando no estés
Me agarro siempre a algun clavo ardiendo cuando empiezo a caer
Sigo aunque el fracaso va robándome una parte de razón…
Sigo aún encajando la primera puñalada al corazón…
Sigo, pero soy testigo de que empiezo a perder el control
De que mi canción se completa cuando encuentra algun sentido…
Sigo estando como sigue estando el mar
De un Noviembre frío…
Sigo aunque no sepa el camino, aunque se crucen mis pies
Poquito a poco voy comprendiendo lo que duele perder
No tengo ni siquiera un remedio para cuando no estés
Me agarro siempre a algun clavo ardiendo cuando empiezo a caer
Hoy tengo miedo al paso de los días
A las negras despedidas, a la lluvia del cristal…
A las tardes sombrías, a las noches que me esquivas
Al futuro… que me intenta encarrilar…
Ahora por fin entiendo que mi cara siempre es cruz
Que las funciones terminan cuando se apaga la luz…
Que no hay otro camino que arrastrar todo conmigo
Y seguir como sigo…
Tradução da letra
Continuo a andar porque não encontro mais nada onde ontem…
Continuo a navegar à deriva, procuro um barco de papel…
Eu continuo sem motivo às vezes, e outras vezes tudo corre bem
Hoje não sei quem sou; e amanhã me conheço demais…
Ainda me pergunto o que pinto se não pinto uma canção…
Continuo a enganar o silêncio com os restos da minha voz…
Cada vez mais vivo e sempre sigo o que tenho a fazer
Que não terminei, nem me lembro em que momento começou…
Eu ainda estou como o mar ainda está
De um novembro frio…
Continuo mesmo que não saiba o caminho, mesmo que os meus pés se cruzem
Pouco a pouco vou entendendo o que dói perder
Não tenho remédio para quando não estiveres
Apanho sempre um prego a arder quando começo a cair
Eu continuo embora o fracasso vai me roubando uma parte da razão…
Continuo a encaixar a primeira facada no coração…
Sigo, mas sou testemunha de que começo a perder o controle
Que a minha canção se completa quando encontra algum sentido…
Eu ainda estou como o mar ainda está
De um novembro frio…
Continuo mesmo que não saiba o caminho, mesmo que os meus pés se cruzem
Pouco a pouco vou entendendo o que dói perder
Não tenho remédio para quando não estiveres
Apanho sempre um prego a arder quando começo a cair
Hoje tenho medo da passagem dos dias
Às pretas despedidas, à chuva do vidro…
Às noites sombrias, às noites que me esquivas
O futuro intenta que está a tentar pôr-me na linha…
Agora finalmente entendo que a minha cara é sempre cruz
Que as funções terminam quando a luz é desligada…
Que não há outro caminho senão arrastar tudo comigo
E continuar como eu sigo…