El Vicio Del Duende — Quisiera letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Quisiera" de El Vicio Del Duende.

Letra

Quisiera haberte dicho cuanto te quiero princesa
y escapar contigo donde no haya sitio pa más,
seguirte a cualquier parte, pero a veces soy cobarde
y en mitad de los senderos suelo dejar de andar…
Quisiera transformarte las mentiras
para que al llorar te rias, ser el mismo que el de
tu realidad…
Pensar que con tus pasos van los míos
dibujandote el camino…
Quisiera dedicarte más canciones de las que hay en los
cajones
que cerré y no puedo recuperar…
dormirme cada noche con tus ojos en el techo
y volver a verlos en los sueños y al despertar…
Quisiera prometerte que no me marcharé lejos,
que seré tu aliento cuando pares a descansar…
que tu colchón siempre será mi templo
y mi corazón tu espejo…
Pero estoy hecho del humo que queda por los callejones…
cuando se cierran los bares, cuando la razón ya no entiende de razones…
y ahora siendo sincero me voy a marchar, que al final
siempre acabo perdiendo…
y prefiero no quedarme quieto…
Prefiero ser el eco de un recuerdo y reposar entre tus dedos
como el rastro de una estrella fugaz,
dejando alguna cosa en el tintero como el beso de un te quiero
y las promesas que no se cumplirán…
Porque estoy hecho del humo que queda por los callejones…
cuando se cierran los bares, cuando la razón ya no entiende de razones…
y ahora siendo sincero me voy a marchar, que al final siempre acabo perdiendo…
y prefiero no quedarme quieto…
Pero estoy hecho del humo que queda por los callejones…
cuando se cierran los bares, cuando la razón ya no entiende de razones…
Pero estoy hecho del humo que queda por los callejones…
cuando se cierran los bares, cuando la razón ya no entiende de razones…

Tradução da letra

Gostava de te ter dito o quanto te amo princesa
e fugir com você onde não há lugar pa mais,
seguir-te a qualquer lado, mas às vezes sou cobarde
e no meio das trilhas eu costumo parar de andar…
Gostava de te transformar as mentiras
para que ao chorar você ri, ser o mesmo que o de
a tua realidade…
Pensar que com os teus passos vão os meus
desenhando o caminho…
Gostaria de te dedicar mais músicas do que há nos
gavetas
que fechei e não posso recuperar…
adormeço todas as noites com os teus olhos no tecto
e vê los novamente nos sonhos e ao acordar…
Gostava de te prometer que não me vou embora,
que serei o teu hálito quando parares para descansar…
que o teu colchão será sempre o meu templo
e o meu coração o teu espelho…
Mas sou feito do fumo que sobrou dos becos…
quando os bares estão fechados, quando a razão já não entende de razões…
e agora, para ser sincero, vou-me embora, que no final
acabo sempre a perder…
e prefiro não ficar quieto…
Eu prefiro ser o eco de uma lembrança e ficar entre os dedos
como o rastro de uma estrela cadente,
deixando alguma coisa no tinteiro como o beijo de um te amo
e as promessas que não serão cumpridas…
Porque sou feito do fumo que sobrou dos becos…
quando os bares estão fechados, quando a razão já não entende de razões…
e agora, para ser sincero, vou-me embora, que, no final, acabo sempre a perder…
e prefiro não ficar quieto…
Mas sou feito do fumo que sobrou dos becos…
quando os bares estão fechados, quando a razão já não entende de razões…
Mas sou feito do fumo que sobrou dos becos…
quando os bares estão fechados, quando a razão já não entende de razões…