El Vicio Del Duende — Lo Que Queda letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Lo Que Queda" de El Vicio Del Duende.
Letra
Después de vomitar un corazón
Del traqueteo del reloj…
Me quedó solo el silencio…
Después de tanto frío en el colchón
Me desperté pintando un sol
Que caliente desde el techo…
Siempre que llueve yo a través
De la ventana miro y se
Que no se si estás conmigo…
Que no se si se torció mi camino o ya nací del reves
Si me matará el frío cada vez que no estés…
Que no se lo que viene después…
Donde duermen los gatos
Anoche me paré a pensar…
Y al rato necesito que vuelvas…
De pronto estoy temblando
Y otra vez duele al recordar
Y hacer recuento de lo que queda
Me pierdo solo por algún rincón
Contando tardes bajo el sol
Que pasaron sin remedio
A veces me parece oir tu voz…
Abro los ojos y estoy yo
Siendo cada vez mas viejo…
Pero esta vez no lloraré
Si se me antoja borraré
Los resquicios de tu abrigo
Cortaré todos los hilos que enredan tu calor con mi piel
Y si no nos cruzamos no te volveré a ver…
Ojalá que te vaya tan bien…
Donde duermen los gatos
Anoche me paré a pensar…
Y al rato necesito que vuelvas…
De pronto estoy temblando
Y otra vez duele al recordar
Y hacer recuento de lo que queda
…Al final me queda solo lo que soy
Recordando lo que he sido alguna que otra vez
El camino me ha enseñado que el sudor hay que secarlo
Para mantenerse en pie…
Tradução da letra
Depois de vomitar um coração
Do chocalho do relógio…
Fiquei só em silêncio…
Depois de tanto frio no colchão
Acordei a pintar um sol
Que quente do teto…
Sempre que chove eu através
Da janela eu olho e ele
Não sei se estás comigo…
Que eu não sei se ele torceu o meu caminho ou eu já nasci do reves
Se o frio me matar sempre que não estiveres…
Não sei o que vem a seguir…
Onde os gatos dormem
Ontem à noite parei para pensar…
E depois preciso que voltes…
De repente estou a tremer
E novamente dói ao lembrar
E contar o que resta
Perco me só por um canto
Contando noites ao sol
Que passaram sem remédio
Às vezes parece-me ouvir a tua voz…
Abro os olhos e sou eu
Sendo cada vez mais velho…
Mas desta vez não vou chorar
Se me apetecer apagarei
Os restos do teu casaco
Cortarei todos os fios que te enredam o calor com a minha pele
E se não nos cruzarmos não te voltarei a ver…
Espero que te vá tão bem…
Onde os gatos dormem
Ontem à noite parei para pensar…
E depois preciso que voltes…
De repente estou a tremer
E novamente dói ao lembrar
E contar o que resta
Queda no final, só me resta o que sou
Recordando o que fui alguma vez
O caminho me ensinou que o suor tem que secar
Para ficar de pé…