El Chojin — El Ataque De Los Que Observaban letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "El Ataque De Los Que Observaban" de El Chojin.

Letra

Bueno pues antes de acabar
Me van a dejar que les cuente la última ¿vale?
A modo de despedida
No imaginan lo difícil que es enfrentarse a las espectativas
A su exigencia, pero también a la mía
La soledad de encerrarse en el cuaderno de rimas
Pensando cómo justificar la atención que te brindan
Es injusto, pero más duro debe ser la mina
Con mucho gusto seré diana de la crítica
Disparen sus dardos, sus flechas, balas, cañonazos
Cuando el humo se vaya, aquí seguiré estando
No hay nada milagroso en las cosas que hago
Ellos quieren de mi magia, yo solo les doy trabajo
Esa presión de saber que esperan lo máximo
Sí pesa, pero alguien tenía que dárselo, ¿no?
Cuando viajo en el metro, o compro en el mercado
Siempre hay ojos atentos a los movimientos que hago
Y no se confundan, no hay queja, no estoy llorando
Solo quiero que entiendan cómo se ve de este lado
Sí, yo tengo suerte, tengo salud, amor
Y no mucho pero dinero suficiente
No sé cómo atar a la gente
Sólo sé que escribo cosas y la gente viene y me escucha, y asiente
Si el público está a gusto yo lo estoy más
No sé por qué será pero sí que logramos conectar
Y cuando acabe todo esto de la química
Me va a dar un bajón de esos de ingresarme en la clínica, es verdad
No sé, me imagino que llegará
Mientras tanto lo paso como un enano en el rap
Haciendo viajes, conociendo lugares y gente interesante
¿Podría pedir más? En serio no puedo envidiar a nadie
He sido tonto, he sido listo, he sido medio medio
He acertado, me he confundido
He visto todo tipo de tipos metiéndose en líos
Y a veces he aprendido, pero otras no
Es ilógico, como la vida
A veces yo mismo no sé en qué pienso hasta que lo escribo
Sí, soy como el clima
Puedo estar lloviendo o despejado en el mismo día
Y me cabreo, no hay broma, cuando se falta a las personas
Yo soy el primero que sale ahí fuera y la monta
¿Sacan un palo? Saco un palo
¿Guardan un palo? Lo guardo y hablamos
No razono con mezquinos que no razonan
¿Que políticamente correcto?
¿De qué?
Pragmático, la calle es como es
Esta es mi sociedad, mi mundo, mi tiempo
No hay más, lo que no se haga ahora ya no se va a hacer jamás
Por eso lucho por tener un sitio en el que estar a gusto
Claro que merece la pena intentar cambiar el mundo
Gente ignorante buscan conflictos absurdos
El odio es el cáncer que ataca lo más profundo de uno
Yo quiero olvidar los gritos, de verdad
Yo quiero ser un hippie y no tener nada que criticar
Estar todo el día mirando al cielo con cara de bobo
Es lo que quiero, pero no puedo, soy tan tonto
Pero la culpa es de vosotros
Saco un tema, lo escuchais y entonces yo os hago otro
Maravilloso círculo vicioso
Así no vamos a olvidarnos nunca el uno del otro ¿eh?
Me despido, me cuesta, pero me piro
Este ya está, ahora a escribir el siguiente disco
Es un placer como siempre lo ha sido
Esta carta la firma, ya sabes ¿no?, un amigo
Pues creo que al final me ha salido un disco bastante positivo
Hay alguna cosa un tanto arriesgada
Pero en general muy de mi estilo ¿no?
Un poco de realidad, un poco de chulería de esta del rap
Amor hacia el hip hop, cariño, y respeto
Eso es, sobre todo el respeto hacia aquellos
Que me llevan escuchando después de tanto y tanto tiempo
Bueno y también a los nuevos que los habrá ¿no?, espero
Oye que muchas gracias ¿eh?, seguid exigiendo
A mí me encanta que estemos haciendo entre todos
Que cada vez quede más y más abajo el techo
Nos vemos en los conciertos ¿vale?
Esto fue El Ataque De Los Que Observaban
Año: 2011
Autor: ¡Soy yo, Soy Yo!

Tradução da letra

Bem antes de acabar
Vão deixar-me contar-lhes a última ,está bem?
Como despedida
Não imaginam como é difícil enfrentar as espectativas
À sua exigência, mas também à minha
A solidão de se trancar no caderno de rim
Pensando em como justificar a atenção que eles lhe dão
É injusto, mas mais difícil deve ser a mina
Terei todo o gosto em ser alvo de críticas
Disparem os dardos, as flechas, as balas, os canhões
Quando o fumo desaparecer, aqui estarei
Não há nada milagroso nas coisas que faço
Eles querem da minha magia, eu só lhes dou trabalho
Essa pressão de saber que esperam o máximo
É pesado, mas alguém tinha de lho dar, certo?
Quando viajo no metrô, ou compro no mercado
Há sempre olhos atentos aos movimentos que faço
E não se confunda, não há queixa, eu não estou chorando
Só quero que entendam como é este lado
Sim, eu tenho sorte, tenho saúde, amor
E não muito mas dinheiro suficiente
Não sei como amarrar as pessoas
Eu só sei que escrevo coisas e as pessoas vêm e me ouvem, e acenam
Se o público está à vontade eu estou mais
Não sei porque será mas conseguimos ligar
E quando tudo isto da química acabar
Vai dar-Me uma queda desses De me internar na clínica, é verdade
Não sei, imagino que chegue
Enquanto isso eu passo como um anão no rap
Fazendo viagens, conhecendo lugares e pessoas interessantes
Pode pedir mais? A sério não posso invejar ninguém
Fui tolo, fui esperto, fui meio meio
Acertei, confundi - me
Já vi todo o tipo de tipos a meterem se em sarilhos
E, às vezes, eu aprendi, mas outras não
É ilógico, como a vida
Às vezes eu mesmo não sei no que penso até escrever
Sim, sou como o tempo
Eu posso estar chovendo ou limpo no mesmo dia
E eu fico com raiva, não há brincadeira, quando as pessoas estão faltando
Sou o primeiro a sair e a montá la
Tiram um pau? Tiro um pau
Guardam um pau? Eu guardo e falamos
Eu não razo com mesquinhos que não raciocinam
Que politicamente correcto?
De quê?
Pragmático, a rua é como é
Esta é a minha sociedade, o meu mundo, o meu tempo
Não há mais, o que não se faça agora já não se vai fazer jamais
É por isso que luto para ter um lugar para estar à vontade
Claro que vale a pena tentar mudar o mundo
Pessoas ignorantes procuram conflitos absurdos
O ódio é o câncer que ataca profundamente
Eu quero esquecer os gritos, a sério
Eu quero ser um hippie e não ter nada a criticar
Estar o dia todo olhando para o céu com cara de bobo
É o que eu quero, mas não posso, sou tão tolo
Mas a culpa é vossa
Estou a falar de um assunto, ouçam-no e depois faço-vos outro.
Maravilhoso círculo vicioso
Para nunca nos esquecermos um do outro, não é?
Despeço-me, custa-me, mas piro-me
Este já está, agora para escrever o próximo disco
É um prazer como sempre foi,
Esta carta assina, sabes? um amigo
Acho que acabei por ter um disco muito positivo
Há alguma coisa arriscada
Mas, em geral, muito do meu estilo, não é?
Um pouco de realidade, um pouco de arrogância desta do rap
Amor ao hip hop, carinho, e respeito
Isso é, especialmente o respeito por aqueles
Que me têm escutado depois de tanto e tanto tempo
Bem, e os novos também, não é?, espero
Ei, muito obrigado, hein? continuem a exigir
Adoro o facto de estarmos a fazer um ao outro
Que cada vez fique mais e mais abaixo o teto
Vemo-nos nos concertos, está bem?
Este foi o Ataque daqueles que observavam
Ano: 2011
Autor: Sou eu, Sou Eu!