El Bordo — Cansado de Ser letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cansado de Ser" de El Bordo.

Letra

Decís perdón y un vaso termina en el fondo de sed
ya fue, me voy, y puertas se cierran dejando caer
la sonrisa que esquiva a Carlitos que dice que hoy gana el Ciclón
le pateo cenizas al piso y me rindo frente a mi portón.
Avanzo por la calle angosta y me llama Graciela al pasar
le digo: Me abrigo, vos no te preocupes, si llueve no me va a importar.
Voy pensando en que no hace ni un año y las cosas ya no son igual
las disculpas no cuesta aceptarlas, me cuesta saber perdonar.
Y vuelvo a despertar, cansado de estar tan cansado de ser
me digo: No hay mitad que sea tan mala como la que tenés.
Y olvido que traigo conmigo canciones y amigos
tu alma es ahora mi estrella
el dolor ya no hace mal.
Mirando estoy, a veces me toca el silencio total
colgado de la hoja más alta del árbol que sé imaginar
porque hay cosas que sangran por dentro y nadie las puede notar
y me acuesto en la cama que un día la ropa te supe robar.
Si percibo en la luna esa luz eterna que reza tu nombre y convida el sabor
quiero amanecer que mañana no soy si no tuve tu ayer…

Tradução da letra

Dizeis perdão e um copo termina no fundo de sede
já foi, vou-me embora, e portas se fecham deixando cair
o sorriso que esquiva Carlitos que diz que hoje ganha o ciclone
dou-lhe cinzas no chão e desisto em frente ao meu portão.
Vou pela rua estreita e chamo me Graciela ao passar
eu digo: eu me agasalho, você não se preocupe, se chover não vai me importar.
Estou a pensar que não há um ano e as coisas já não são iguais
as desculpas não custa aceitá-las, custa-me saber perdoar.
E eu volto a acordar, cansado de estar tão cansado de ser
eu digo: não há metade que seja tão ruim quanto você tem.
E esqueço que trago comigo canções e amigos
a tua alma é agora a minha estrela
a dor já não faz mal.
Olhando para mim, às vezes eu sou tocado pelo silêncio total
pendurado na folha mais alta da árvore que eu sei imaginar
porque há coisas que sangram por dentro e ninguém pode notar
e deito - me na cama que um dia a roupa te soube roubar.
Se eu perceber na lua aquela luz eterna que reza o teu nome e convida o sabor
quero amanhecer Que amanhã não sou Se não tiver o teu ontem…