El Barrio — Diario de uno Más letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Diario de uno Más" de El Barrio.

Letra

El mar, el mar
se ha llevato mi norte,
mi honra, mi sombra y mi vida
y no me ha dejado nada
quien me presta una barquita
para poder cruzar el estrecho
hoy tengo la mar tranquila
pero el cielo tengo negro
quien me presta unas alitas
para poder llegar a puerto
quien me presta a mi una manta
por si acaso cambia el tiempo
quien me presta un pasaporte
para poder llegar a otro suelo
soy un alma del estrecho de la muerte
yo soy un misionero
quien me presta una barquita
para poder llegar a puerto
Hoy mi corazón muere y agoniza
traigo en mi dolor, ganas y sonrisas
hoy mi corazón muere y agoniza
traigo en mi dolor, ganas y sonrisas
Hubo alguien en la vida
que gritóa los 4 vientos
pintor que pinta iglesia
con tu pincel extranjero
aunque la Virgen sea blanca
pintame angelitos negros
como me cruje la madera
de la barca de los sueños
yo soy un hombre sin frontera
no que no me llamen marinero
yo no tengo amor en puerto
yo dependo de los vientos
Hoy mi corazón muere y agoniza
traigo en mi dolor, ganas y sonrisas
hoy mi corazón muere y agoniza
traigo en mi dolor, ganas y sonrisas
Mares del estrecho
que de vidas te has llevado
quien me compra la impaciencia
yo hasta incluso la regalo
Hoy mi corazón muere y agoniza
traigo en mi dolor, ganas y sonrisas
hoy mi corazón muere y agoniza
traigo en mi dolor, ganas y sonrisas

Tradução da letra

O mar, o mar
levou o meu norte,
minha honra, minha sombra e minha vida
e não me deixou nada
Quem Me empresta uma Barquinha
para atravessar o estreito
hoje tenho o mar calmo
mas o céu tem preto
quem me empresta umas asas
para chegar ao porto
Quem Me empresta um cobertor
apenas no caso de o tempo mudar
Quem Me empresta um passaporte
para chegar a outro Solo
sou uma alma do Estreito da morte
eu sou um missionário
Quem Me empresta uma Barquinha
para chegar ao porto
Hoje meu coração morre e agoniza
trago em minha dor, desejo e sorrisos
hoje meu coração morre e agoniza
trago em minha dor, desejo e sorrisos
Havia alguém na vida
que gritava aos 4 ventos
pintor que pinta Igreja
com seu pincel estrangeiro
mesmo que a Virgem seja branca
pinta me anjinhos pretos
como a minha madeira range
do barco dos sonhos
eu sou um homem sem fronteira
não que não me chamem marinheiro
eu não tenho amor em Porto
eu dependo dos ventos
Hoje meu coração morre e agoniza
trago em minha dor, desejo e sorrisos
hoje meu coração morre e agoniza
trago em minha dor, desejo e sorrisos
Mares do Estreito
que vidas você levou
Quem Me compra impaciência
eu até mesmo o presente
Hoje meu coração morre e agoniza
trago em minha dor, desejo e sorrisos
hoje meu coração morre e agoniza
trago em minha dor, desejo e sorrisos