Edmundo Rivero — En la via letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "En la via" de Edmundo Rivero.
Letra
A ver, che, mocito, traeme cigarros
Y ensille una copa de caña, otra vez
Que yo no me sumo con esos otarios
Que toman de bronca, llorando después
Yo tomo el ricino sin pena ni agravio
Que al fin a un disgusto lo mata un placer
Pa' qué andar con vueltas, si es largo el rosario
Cortao al despecho por una mujer
Y si llegase a añorarla
Porque al final, la he querido
No he de arrumbarme, abatido
En un rincón del café
Ni he de sacar un pañuelo
Para llevarlo a mis ojos
Ni lagrimear como un flojo
Porque en la vía quedé
Se fue. Mala suerte. Paciencia y pan criollo
Qué tanto merengue por una mujer
Si aquel que se arruga pidiendo socorro
No es hombre ni tiene vergüenza con él
Qué adiós, bulincito. Qué adiós, aliviada
El paco 'e valerios, todo a ganador
Paciencia, compadre. No escupa la estrada
De vuelta al convento, no pase calor
Y si llegase a añorarla
Porque al final, la he querido
No he de arrumbarme, abatido
En un rincón del café
Ni he de sacar un pañuelo
Para llevarlo a mis ojos
Ni lagrimear como un flojo
Porque en la vía quedé
Tradução da letra
Che, moço, traz-me charutos
E sele um copo de cana, novamente
Que eu não me associo com esses otários
Que tomam de bronca, chorando depois
Eu tomo o castor sem pena nem agravo
Que finalmente um desgosto o mata um prazer
Pa ' o que andar com voltas, se é longo o Rosário
Cortao despeito por uma mulher
E se eu tivesse saudades dela
Porque no final, eu a amei
Não tenho de me acalmar, desanimado
Num canto do café
Nem tenho de tirar um lenço
Para o levar aos meus olhos
Nem rasgar como um preguiçoso
Porque na Via fiquei
Ele foi-se embora. Azar. Paciência e pão crioulo
Quanto merengue por uma mulher
Se aquele que se enruga pedindo socorro
Ele não é homem nem tem vergonha dele
Adeus, bulinzinho. Adeus, aliviada
O paco ' e valerios, tudo a VENCEDOR
Paciência, compadre. Não cospe a estrada
De volta ao convento, não passe calor
E se eu tivesse saudades dela
Porque no final, eu a amei
Não tenho de me acalmar, desanimado
Num canto do café
Nem tenho de tirar um lenço
Para o levar aos meus olhos
Nem rasgar como um preguiçoso
Porque na Via fiquei