Ecos del Rocio — Mulatita letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mulatita" de Ecos del Rocio.

Letra

Y su piel por su negro color
Los anillos que rizan su pelo y su piel por su negro color
Despertaron en mi alma un te quiero ay negrita de mi corazon
Ay negrita de mi corazon al rocio ella quiso venirse al rocio nos fuimos los
dos y lloraba cuando vio la virgen el rocio no tiene color
Estribillo
Y sembre en su vientre moreno de luna la semilla de un blanco clavel mulatita
que llora en mi cuna y te llama rocio tambien.
Le brillaba la roja candela en sus ojos de estrella al amanecer
En sus ojos al amanecer
Le brillaba la roja candela en sus ojos al amanecer
Suspiraba entre fiebre morena y sus labios oscuros de sed
Y sus labios oscuros de sed
El amor que en sus besos desnudos a su manta con ella se fue por gozar de aquel
cuerpo desnudo mulatita viniste a nacer
Estribillo
Se mojaba los muslos en el rio
En el agua se puso a bailar
En el agua se puso a bailar
Se mojaba los muslos en el rio
En el agua se puso a bailar
Y por no levantarse el vestido
Hasta la cintura se puso empapá
La cintura se puso empapá
Razo blanco a su cuerpo señio
Transparecia en la oscuridad
Me decia que todo era mio le di otro vendio y se puso a soña
Estribillo
Una noche yo estaba dormio
Buscando el silencio tu madre se fue
en silencio tu madre se fue
Una noche yo estaba dormio
En silencio tu madre se fue
Me dejaba mi lecho vacio cogió
Su medalla y no la vuelto a ver
Su medalla y no la vuelto aver
Le tiraba su gente y su tierra y de ella no e vueto a saber si en tu cuna
mulata te viera para siempre querria volver
Estribillo
Y sembre en su vientre moreno de luna la semilla de un blanco clavel mulatita
que llora en mi cuna y te llamas rocio tambien.
(Gracias a Noelia por esta letra)

Tradução da letra

E sua pele por sua cor preta
Os anéis que enrolam seu cabelo e sua pele por sua cor preta
Despertaram na minha alma Um Te quero ai negrito do meu coração
Ai negrito do meu coração al rocio ela queria vir para o rocio nós fomos os
dois e chorava quando viu a Virgem o rocio não tem cor
Refrão
E sembre em seu ventre moreno De luna a semente de um branco cravo mulatita
que chora no meu berço e te chama rocio também.
A candela vermelha brilhava em seus olhos de estrela ao amanhecer
Em seus olhos ao amanhecer
A candela vermelha brilhava em seus olhos ao amanhecer
Suspirava entre febre morena e seus lábios escuros de sede
E seus lábios escuros de sede
O amor que em seus beijos nus a seu cobertor com ela se foi por gozar aquele
corpo nu mulatita Vieste nascer
Refrão
Molhava as coxas no rio
Na água ele começou a dançar
Na água ele começou a dançar
Molhava as coxas no rio
Na água ele começou a dançar
E por não levantar o vestido
Até a cintura ficou encharcada
A cintura ficou encharcada
Razo branco ao seu corpo sinus
Transparecia na escuridão
Disse Me que era tudo meu dei lhe outro vendio e pôs se a sonhar
Refrão
Uma noite eu estava dormindo
À procura do silêncio a tua mãe foi se embora
em silêncio a tua mãe foi se embora
Uma noite eu estava dormindo
Em silêncio a tua mãe foi se embora
Ele me deixou minha cama vazia pegou
A sua medalha e nunca mais a vi
Sua medalha e não a virou aver
Atirava lhe o seu povo e a sua terra e dela não e voava a saber se no teu berço
mulata te visse para sempre quereria voltar
Refrão
E sembre em seu ventre moreno De luna a semente de um branco cravo mulatita
que chora no meu berço e se chama rocio também.
(Obrigado a Noelia por esta letra)