Ecos del Rocio — La Gente del Sur letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Gente del Sur" de Ecos del Rocio.

Letra

Soy un emigrante de mi andalucia después de medio mundo tener que levantar
trabajando duro de noche y de dia y la tierra mia cansá de esperar.
Hoy quieren colgarle el vino, la fiesta, la playa y la siesta a la gente del
sur y yo le digo al mundo que venga quien sepa sumarlo y ganarlo,
beberlo y dejarlo como el andaluz
Si a uno se le olviara, Si a uno se le olviara lo que nunca se le olvia,
el recuerdo y la esperanza de regresar algún día a la puerta de mi casa y
quedarme toa mi via.
Hoy llegan buscando a la tierra mia esas criaturitas un mendrugo de pan y yo
siempre me acuerdo de aquel primer día que de andalucia tuve que emigrar.
Siempre viene el hoyo cuando acaba el cerro decirle a mi perro vuelvete pa
atrás volver y tratarme como a un forastero y mi mismo perro en vez de buscarme,
ponerse a ladrar.
Yo soy como el arbolito, yo soy como el arbolito que planta en otra tierra.
Con el tiempo se hace grande, echando raices la más nueva y ya no puede
arrancarse porque la sombra se queda.
Soy un emigrante de mi andalucia después de medio mundo tener que levantar
trabajando duro de noche y de dia y la tierra mia cansá de esperar.
Hoy quieren colgarle el vino, la fiesta, la playa y la siesta a la gente del
sur y yo le digo al mundo que venga quien sepa sumarlo y ganarlo,
beberlo y dejarlo como el andaluz
(Gracias a je por esta letra)

Tradução da letra

Eu sou um emigrante da minha andalucia depois de meio mundo ter que levantar
trabalhando duro de noite e de dia e a terra mia cansará de esperar.
Hoje querem enforcar o vinho, a festa, a praia e a sesta às pessoas do
Sul e eu digo ao mundo para vir quem sabe somá lo e ganhá lo,
beba e deixe como o andaluz
Se alguém fosse olviado, se alguém fosse olviado o que nunca fosse olviado,
a lembrança e a esperança de voltar um dia à porta da minha casa e
ficar toa mi via.
Hoje chegam à procura da Terra mia aquelas criaturinhas um mendrugo de pão e eu
sempre me lembro daquele primeiro dia que da andalucia tive que emigrar.
Vem sempre o buraco quando termina a colina dizer ao meu cão vira te pa
voltar voltar e tratar me como um estranho e o meu próprio cão em vez de me procurar,
começar a ladrar.
Eu sou como o bosque, eu sou como o bosque que planta em outra terra.
Com o tempo torna-se grande, lançando raízes a mais nova e não pode mais
arrancar porque a sombra permanece.
Eu sou um emigrante da minha andalucia depois de meio mundo ter que levantar
trabalhando duro de noite e de dia e a terra mia cansará de esperar.
Hoje querem enforcar o vinho, a festa, a praia e a sesta às pessoas do
Sul e eu digo ao mundo para vir quem sabe somá lo e ganhá lo,
beba e deixe como o andaluz
(Obrigado a je por esta letra)