Ecos del Rocio — En la Taberna a las Tres letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "En la Taberna a las Tres" de Ecos del Rocio.
Letra
Después de intentarlo un rato
Pagó aquella conviá
Echó mano a su cartera
Y se le cayó un retrato
Bajo un sombrero de paja
Vi la cara de un muchacho
Que una carreta cargaba
Y lo tuve que mirar
Le di el retrato del suelo
Y me dijo sin pensar
Ese hombre del sombrero
Tiene la gloria ganá
Nunca quiso que le hablara
Con ella yo era feliz
Andaba en aquellos días
Loco y desenamorao
La novia que yo tenía
Se marchaba de mi lao
Cuando yo más la quería
Y por no decirle na Lo dejé solo en la era
Con la cosa de ganá
Y con la misma moneda
Ahora me van a pagar
Hay cariños que se tienen
Hay cariños que se olvidan
Y yo no he encontrao a nadie
Que me quiera en ésta vía
Como me quiere mi pare
Hablaba con el espejo
De aquel vaso de cristal
Después la palabra ella
Se escapó de entre sus labios
Pidió otra media botella
Y la lumbre de un cigarro
Alumbró su borrachera
Y lo tuvo que contar
Fue mi nuera siete años
Yo la aprecio una jartá
Ella misma me ha contao
Que ya no está enamorá
Hay cariños que se tienen
Hay cariños del olvío
Qué pena del que no sabe
Hasta que no tiene un hijo
Lo que lo quiere su pare
Mañana cuando amanezca
No se lo que voy a hacer
Ayer dije esas palabras
Hoy me levanté temprano
Al ver vacía su cama
Tuve diecinueve años
Y una novia que volaba
¡Lo que tuvo que llorar!!!
Por sentir lo que yo siento
Hoy lo tengo que abrazar
Ese hombre del sombrero
Tiene la gloria ganá
Hay cariños que se tienen
Hay cariños que se olvían
Y yo no he encontrao a nadie
Que me quiera en ésta vía
Como me quiere mi pare
Tradução da letra
Depois de tentar um pouco
Ele pagou aquela entrada
Ele deu as mãos à carteira
E deixou cair um retrato
Sob um chapéu de palha
Vi a cara de um rapaz
Que uma carroça carregava
E eu tive que olhar para ele
Dei lhe o retrato do chão
E disse-me sem pensar
Aquele homem do chapéu
Tem a glória ganha
Ele Nunca quis que eu falasse com ele
Com ela eu estava feliz
Andava naqueles dias
Louco e desenamorao
A namorada que eu tinha
Estava a sair do meu lao
Quando eu mais a amava
E por não lhe dizer na deixei o sozinho na era
Com a coisa da vitória
E com a mesma moeda
Agora vão pagar me
Há carinhos que se têm
Há carinhos que se esquecem
E eu não encontrei ninguém
Que me queira nesta via
Como o meu pára me quer
Estava a falar com o espelho
Daquele copo de vidro
Depois a palavra ela
Ele fugiu dos lábios
Pediu outra meia garrafa
E a luz de um charuto
Acendeu a sua bebedeira
E ele teve que contar
Foi minha nora sete anos
Eu a aprecio um cartá
Ela mesma me contou
Que já não está apaixonado
Há carinhos que se têm
Há carinhos do esquecimento
Que pena que não sabe
Até que ele não tem um filho
O que quer seu pare
Amanhã quando amanhecer
Não sei o que vou fazer
Ontem eu disse essas palavras
Hoje acordei cedo
Vendo vazia sua cama
Tive dezenove anos
E uma namorada que voava
O que ele teve que chorar!!!
Por sentir o que eu sinto
Hoje tenho de O abraçar
Aquele homem do chapéu
Tem a glória ganha
Há carinhos que se têm
Há carinhos que se esqueciam
E eu não encontrei ninguém
Que me queira nesta via
Como o meu pára me quer