Dyablo — El Imperio letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "El Imperio" de Dyablo.

Letra

-¿Cómo te enteraste de esto?
-Pues un chivaton…
-¿Y cómo se llama tu chivaton?
-Bueno, pues es uno de esos que no tienen nombre…
-Hayy… eto’s chingados anónimos carai…
-Estas muy bien enterado he…
Es el Imperio del Profeta de un azteca loco
Una revolución, adquisición yo la provoco
Es la conquista de Aslam
La gloria y el infierno
Es una marcha triunfal, jugaste y bien en serio
Con doce demonios te espero yo en el cementerio
Conmigo prece’s, soy un calinfa soy un guerrillero
Y prefiero, morir parado que morir arrodillado y
Traicionar a aquel que me ha ayudado
No abras la boca o te perforo con un sacacorcho
Ya sea por bien o sea por mal tu lengua te la mocho
Poco a poco
Esperare a que caigas para yo aplastarte y arrastrarte
Y poder darte
Una lección sin compasión y sin misericordia
Culminación, difamación cambiaste tu la historia
Pues le faltaste el respeto a Dyablo el Profeta
Haz traicionado a un ser que tiene sangre azteca
Es el Imperio
De un Profeta azteca
No abras la boca, porque esta a ti te toca
Tal vez tu puedas hablar
Tal vez puedas inventar
Pero te juro si te toco no la vas a contar
Te lo advertí, te aconsejé que no me traicionaras
Te convertí, yo te forme con esto tu me pagas
Soy azteca j’omi
El Profeta j’omi
El que la hace me la paga te lo juro j’omi
Y ten cuidado que del plato a la boca se te cae la sopa
Porosiconora tu sangre brota
Subestimaste mis acciones
Te volviste rata
Eras mi amigo, te volviste viruja barata
De casanova ni la fama tú no tienes nada
Vas presumiendo por el mundo ya no tienes nada
Me río de tu persona y de tu ceja rasurada
De tus historias, fantasías, de tu pendejada
Tarde o temprano nunca olvido siempre me las cobro
Tu nombre escrito en mi libro negro y no lo borro
Existen reglas importantes
Solo dos te digo:
«Mantén boca cerrada y no traiciones a un amigo»
Es el Imperio
De un Profeta azteca
No abras la boca, porque esta a ti te toca
Tal vez tu puedas hablar
Tal vez puedas inventar
Pero te juro si te toco no la vas a contar
Dime con quien te juntas y yo te diré quien eres
Deja de usar mi nombre para conseguir mujeres
Se tu mismo
Por ti mismo
Y aléjate de mi porque te vuelvo en espejismo
Como quisiera que me hubieras dado tu la cara
Mas te escondiste como un avestruz
A Jesús le rogaba
Para agarrarte o que te encontrara
Pero tu miedo te sacó y no dejó que te hallara
Pero recuerda esto, quien somos y en el camino andamos
Te lo juro que si no topamos
Haré que tragues tu puto veneno
Y ruega a Dios que no te encuentre y te meta leño
Pues la traición es un pecado mortal
Es consecuencia fatal
Es mi venganza letal, ja!
Solo recuerda lo que yo te digo:
Eras mi amigo y te volvistes en mi enemigo
Es el Imperio
De un Profeta azteca
No abras la boca, porque esta a ti te toca
Tal vez tu puedas hablar
Tal vez puedas inventar
Pero te juro si te toco no la vas a contar

Tradução da letra

- Como soubeste disto?
- Um chivaton…
- Como se chama o teu chivaton?
- Bem, é um daqueles que não têm nome…
- Hay et eto's chingados anónimos carai…
- Estás muito bem.…
É o Império do Profeta de um asteca louco
Uma revolução, aquisição eu a provoco
É a conquista de Aslam
Glória e inferno
É uma marcha triunfal, você jogou e bem a sério
Com doze demónios espero por ti no cemitério
Comigo prece's, eu sou um calinfa eu sou um guerrilheiro
E prefiro morrer parado do que morrer ajoelhado e
Trair aquele que me ajudou
Não abras a boca ou perfuro te com um saca-espeto
Seja para o bem ou para o mal a tua língua Mocha te
Pouco a pouco
Vou esperar que caias para eu te esmagar e arrastar
E poder dar-te
Uma lição sem compaixão e sem misericórdia
Culminação, difamação mudaste a tua história
Pois faltaste ao respeito de Dyablo o Profeta
Traíste um ser que tem sangue asteca
É o Império
De um profeta asteca
Não abras a boca, porque é a tua vez
Talvez possas falar
Talvez você possa inventar
Mas juro se te tocar não vais contar
Eu avisei - te, aconselhei-te a não me traíres
Converti - Te, eu formei-te com isto tu pagas-me
Sou azteca j'omi
O Profeta j'omi
Quem a faz paga-me, juro-te j'omi
E tenha cuidado que do prato para a boca você deixa cair a sopa
Porosiconora o teu sangue brota
Subestimaste as minhas acções
Tornaste te rato
Eras meu amigo, tornaste-te viruja barata
De casanova, nem a fama, você não tem nada
Estás a gabar te do mundo já não tens nada
Estou a rir me da tua pessoa e da tua sobrancelha raspada
Das tuas histórias, fantasias, da tua estupidez
Mais cedo ou mais tarde nunca me esqueço de As receber
O teu nome escrito no meu livro negro e não o apago
Existem regras importantes
Só dois estou a dizer:
"Mantenha a boca fechada e não traia um amigo»
É o Império
De um profeta asteca
Não abras a boca, porque é a tua vez
Talvez possas falar
Talvez você possa inventar
Mas juro se te tocar não vais contar
Diz me com quem te juntas e eu digo te Quem és
Pára de usar o meu nome para arranjar mulheres
Sê tu mesmo
Por si mesmo
E afasta te de mim porque te volto em miragem
Como queria que me tivesses dado a tua cara
Mas escondeste te como um avestruz
A Jesus implorava
Para te apanhar ou para te encontrar
Mas o teu medo tirou te e não deixou que te encontrasse
Mas lembre-se disso, quem somos e ao longo do caminho andamos
Juro que se não encontrarmos
Vou fazer te engolir a merda do teu veneno
E roga a Deus que não te encontre e te meta lenho
Pois a traição é um pecado mortal
É consequência fatal
É a minha vingança letal, ha!
Lembra te do que te digo:
Eras meu amigo e tornaste te meu inimigo
É o Império
De um profeta asteca
Não abras a boca, porque é a tua vez
Talvez possas falar
Talvez você possa inventar
Mas juro se te tocar não vais contar