Duo Coplanacu — Salavina letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Salavina" de Duo Coplanacu.

Letra

Como un canto levanta la noche
añoranzas que vienen y van,
encendiendo el violin de los grillos
junto al cerco de la soledad.
Y la luna en el lomo del río
con la espuma se pone a jugar,
y unas coplas de antiguas vidalas
en la orilla ya se oyen cantar.
Salavina, Ay, Salavina,
quisiera verte otra vez,
ser el chango que alla en los bañados
se mojaba contento los pies.
Cuando el sol con su magia lo deja,
florecido de oro al tuscal,
el crespín va rompiendo el silencio,
por amargos senderos de sal.
Con estrellas y voces lejanas,
de esperanza la noche en su amor,
y la ausencia revive en la pena,
que se adueña del viejo cantor
Salavina, Ay, Salavina,
quisiera verte otra vez,
ser el chango que alla en los bañados,
se mojaba contento los pies.

Tradução da letra

Como um canto levanta a noite
saudades que vêm e vão,
acendendo o violino dos grilos
junto ao cerco da solidão.
E a lua no lombo do rio
com a espuma começa a jogar,
e alguns dísticos de vidalas antigas
na costa já se ouvem cantar.
Salavina, Ai, Salavina,
gostava de te ver outra vez,
ser o chango que alla nos banhados
molhava-se contente os pés.
Quando o sol com sua magia o deixa,
florido de ouro ao tuscal,
o Crespin vai quebrando o silêncio,
por caminhos amargos de sal.
Com estrelas e vozes distantes,
de esperança a noite em seu amor,
e a ausência revive na pena,
que se apodere do velho cantor
Salavina, Ai, Salavina,
gostava de te ver outra vez,
ser o chango que alla nos banhados,
molhava-se contente os pés.