Draconian — End of the Rope letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "End of the Rope" de Draconian.

Letra

All the misery you create
And all the pain you shape…
You are not to blame, my friend
Somebody filled your empty page
Shaped as we silently wept
Confined (as) transformation begins
The table was set and then we slept
As architects of time
So much grief behind the facade
And symptoms of certain demise
We drown in fragrant illusions
Illusions of right and wrong
We clench to a lustful saint
Digging graves on top of our lives
Stuffed with values til we choke
I guess we’ve reached the end of the rope
Through the mist, in the haze
The impending doom’s upon us The dividing blade of nature
And man severed our callow breath
The sun will set
On the blindfolded
The self-appointed guardians
Are scratching at my door
We kiss their venomous lips
And join the hallowed parade
Flying on paralyzed wings
Wondering who we should be As tyranny becomes normality;
We hang at the end of the rope
Through the mist, in the haze
The impending doom’s upon us The dividing blade of nature
And man severed our callow breath
The sun will set
On the blindfolded

Tradução da letra

Toda a miséria que você cria
E toda a dor que você forma…
Não tens culpa, meu amigo.
Alguém preencheu a tua Página vazia
Em forma como choramos silenciosamente
Começa a transformação confinada (as)
A mesa estava posta e depois dormimos.
Como arquitectos do tempo
Tanta dor por trás da fachada
E sintomas de certa morte
Afogamo-nos em ilusões perfumadas
Ilusões de certo e errado
Agarramo-nos a um santo luxuoso
Cavando sepulturas em cima de nossas vidas
Cheio de valores até nos engasgar
Acho que chegámos ao fim da corda.
Através da névoa, na névoa
A desgraça iminente está Sobre nós a lâmina divisória da natureza
E o homem cortou a nossa respiração ofegante
O sol vai pôr-se
De olhos vendados
Os guardiões auto-nomeados
Estão a arranhar a minha porta
Beijamos os seus lábios venenosos
E junta-te ao desfile Sagrado
Voando em asas paralisadas
A pensar em quem devemos ser à medida que a tirania se torna normalidade;
Penduramo-nos no fim da corda
Através da névoa, na névoa
A desgraça iminente está Sobre nós a lâmina divisória da natureza
E o homem cortou a nossa respiração ofegante
O sol vai pôr-se
De olhos vendados