Dogwood — Conscience In A Cave letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Conscience In A Cave" de Dogwood.

Letra

My voices say «It's time to feed my own sight»
Further from sane, I cannot move again
Engulfed in dread, it’s breaking up my life
Going forward, I learn from my mistakes
Division of my own self leaves me wondering what I’ve become
When I’m alone to think of my torture
I never have to pretend I love you
I have no conscience
I have compassion
I’d lie to replace what I imagine
You don’t have to watch me fall
Just one more time dear
You know I have to
I never wanted to hurt you, hurt you
Division of my own self leaves me wondering what I’ve become
When I’m alone to think of my torture
I never have to pretend I love you
I have no conscience
I have compassion
I’d lie to replace what I imagine
You don’t have to watch me fall
Whatever’s pulling keeps on pulling me much closer to my heaven
When I am with you I can feel my goodness, it’s like I’m in heaven
The shock of waking up in fear that death in near will never happen
I’m coming down
I’m coming down for you
I’m coming down
I’m coming down for you
When I’m alone to think of my torture
I never have to pretend I love you
I have no conscience
I have compassion
I’d lie to replace what I imagine
When I am with you, my game is over
I am comatose with my false lover
Nothing can break me, I have no conscience
Nothing will stop me, until I stop this

Tradução da letra

As minhas vozes dizem: "está na hora de alimentar a minha própria visão»
Longe da sanidade, não posso voltar a mexer-me.
Envolto em medo, está a destruir a minha vida.
Continuando, aprendo com os meus erros.
A divisão do meu próprio eu Deixa-me a pensar no que me tornei
Quando estou sozinho para pensar na minha tortura
Nunca tenho de fingir que te amo
Não tenho consciência.
Tenho compaixão.
Mentiria para substituir o que imagino
Não tens de me ver cair.
Só mais uma vez querida
Sabes que tenho de o fazer.
Nunca te quis magoar, magoar-te.
A divisão do meu próprio eu Deixa-me a pensar no que me tornei
Quando estou sozinho para pensar na minha tortura
Nunca tenho de fingir que te amo
Não tenho consciência.
Tenho compaixão.
Mentiria para substituir o que imagino
Não tens de me ver cair.
O que quer que esteja a puxar, continua a puxar-me para mais perto do meu céu.
Quando estou contigo posso sentir a minha bondade, é como se estivesse no céu
O choque de acordar com medo que a morte perto nunca aconteça
Vou descer.
Vou descer por ti.
Vou descer.
Vou descer por ti.
Quando estou sozinho para pensar na minha tortura
Nunca tenho de fingir que te amo
Não tenho consciência.
Tenho compaixão.
Mentiria para substituir o que imagino
Quando estou contigo, o meu jogo acabou.
Estou em coma com o meu falso amante.
Nada me pode quebrar, Não tenho consciência
Nada me vai parar, até eu parar isto.