Disgorge — Raise the Pestilence letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Raise the Pestilence" de Disgorge.
Letra
Ages of gorerotted sinful carnage
Lives through my dampening mind
Defiling all my rancid perverse aims
Worshipping all kind of putrid maims
Within the realms of narcotic fantasy
Blists my desires of reeking infamy
Vile ghastly enucleating your arteries
In frenzied bloodshed pieces
A flatulent gallery of grotesqueries
For my awful spiked of sin sentiments
Still purulent bags full of slag
Remains slimy between this inhume site
Abominably obsessed with pus
Living for vomit, blood and guts
Twisted waste of eructating gnaw
Grinding whirlwind of insanity
Rancious conjurings of the rot
Mixed with pot and steaming curdling clots
Voices
From beyond I must follow and obey
Grumes
Of tender soggyness crawls in this mess
Festering memories
Of pain and suffering
Of many vanquished meat for slaying
Rigor mortis collapses
Putrid afterglow
Invoking my lurking desires
I beg for fucking more
Septic carrion effluve ecstasy
Brings this plunder trance of lunacy
My fervour of the dead I must command
Sickening sensations when I suck your glans
Entombed relics of malicious art
Sadistic I boil when I collage your ward
How fuckin adore your funk in necrose
Puking once for more to obtain waste from below
Mercyless attraction for the pungent dues
A gruesome bliss invades my narcotic fumes
I raise the dead
I live for sin
I fuckin raise
The pestilence
Tradução da letra
Eras de carnificina pecaminosa
Vive através da minha mente amortecedora
Defiling all my rancid perverse aims
Adorando todo o tipo de mutilações pútridas
Nos domínios da fantasia narcótica
Blists my desires of reeking infamy
Vil enuclear as tuas artérias.
Em pedaços frenéticos de Sangue Derramado
Uma flatulenta galeria de grutas
Pelos meus terríveis sentimentos de pecado
Ainda purulentos sacos cheios de escória
Permanece viscoso entre este local de inalação
Abominavelmente obcecado por pus
Viver para vomitar, sangue e tripas
Resíduos retorcidos de mosquito eructante
Remoinho de insanidade
Invocações rançosas da podridão
Misturado com a erva e com os coágulos fumegantes
Voz
Do além devo seguir e obedecer
Grumos
De tenra sujidade rasteja nesta bagunça
Memórias inflamáveis
De dor e sofrimento
De muitas carnes vencidas para matar
O Rigor mortis colapsa
Pós-vidraça pútrida
Invocando os meus desejos
Eu imploro por mais porra
Êxtase de Carniça séptica
Traz este êxtase da loucura
O meu fervor pelos mortos devo comandar
Sensações doentias quando te sugo os olhos
Relíquias de arte maliciosa sepultadas
Sádico fervo quando colago a tua ala.
Como adoro o teu funk em necrose
Vomitar mais uma vez para obter resíduos de baixo
Atracção impiedosa pelas dívidas pungentes
Uma felicidade macabra invade o meu fumo narcótico.
Eu ressuscito os mortos
Eu vivo para o pecado
Eu subo.
Peste