Diego Perrone — La sindrome da reality letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La sindrome da reality" de Diego Perrone.

Letra

Quando sorridi mi sa che ci credi
Non posso credere che
Fai finta e non vedi
Che siamo indigeni, si
Come quelli di Haiti
Vi abbiamo dato i liquidi
E a noi date indietro dei pezzi di vetro
Ma il riflesso è abbagliante
Tenetevi la mente
Tanto non mi serve più a niente
E poi non ricordo bene neanche quanto
Tempo è passato
Dall’ultima volta che abbiamo parlato
Vestito di pitone come in televisione
Mastichi pasti in un piatto che non ti appartiene
Un abito che va troppo stretto
Ma ti hanno convinto
«se non me lo metto mi sento un inetto»
Poi quel debito, la carta di credito
Me l’hanno tagliata, la rata arretrata
La pago tra poco, nel frigo c'è l’eco
Ma faccio serata, «travesta e pezzata»
Poi scanno di brutto, due paste e la disco
Poi dentro mi imbosco, finisco e mi pulisco
Il naso sempre a posto qui tutti mi conoscono
E sanno che ho smesso di fare cazzate
.ma ce la fai? e quando ti riprendi!
La tua vita hard core
Come Geordie Shore
Senti anche tu ogni tanto
Le risate fuori campo?
Come in una sit-com, come se non ci fosse nient’altro come te e i tuoi amici (e
'sti ca')
Ora è patologico
Soffri di un male cronico
La sindrome da reality ha raggiunto ormai un livello critico che
Non esiste più
Il confine tra reale e digitale
Non esiste più
Non esisti più

Tradução da letra

Quando sorris acho que acreditas
Não acredito nisso.
Fingir e não ver
Que somos indígenas, sim
Como aqueles no Haiti
Demos-te fluidos.
E devolve-nos pedaços de vidro
Mas o reflexo é deslumbrante
Mantenha sua mente
Já não preciso dela.
E depois nem me lembro de quanto
O tempo passou
Desde a última vez que falamos
Python veste-se como na televisão.
Mastigar refeições num prato que não lhe pertence
Um vestido muito apertado
Mas eles convenceram-te.
"se não o usar, sinto-me inapto.»
Depois aquela dívida, o cartão de crédito ...
Cortaram-no, O Pagamento inicial.
Pago-te daqui a pouco, há um eco no frigorífico.
Mas eu faço a noite, " travesti e pezzata»
Depois scanno de feio, duas pastas e o disco
Depois entro, acabo e limpo-me.
O nariz sempre bom aqui todos me conhecem
E sabem que deixei de fazer merda.
consegues? e quando recuperares!
A tua vida é dura
Como Geordie Shore
Ouve-te a ti próprio de vez em quando.
Os risos fora do campo?
Como numa sit-com, como se não houvesse mais nada como tu e os teus amigos (e
sabes disso.)
Agora é patológico.
Sofre de doença crónica
A síndrome da realidade atingiu agora um nível crítico que
Já não existe
A fronteira entre real e digital
Já não existe
Já não existes.