Diego El Cigala — Nieblas Del Riachuelo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Nieblas Del Riachuelo" de Diego El Cigala.

Letra

Turbio fondeadero donde van a recalar,
barcos que en el muelle para siempre han de quedar.
Sombras que se alargan en la noche del dolor,
náufragos del mundo que han perdido el corazón.
Puentes y cordajes donde el viento viene a aullar,
barcos carboneros que jamás van a zarpar.
Sordos cementerios de las naves que al morir,
sueñan sin embargo que a la mar han de partir.
Niebla del Riachuelo
amarrado al recuerdo
te sigo esperando.
Niebla del Riachuelo
de ese amor, para siempre,
me vas alejando.
Nunca más volvió,
nunca más la vi,
nunca más su voz nombró mi nombre junto a mí.
Esa misma voz que dijo: «Adiós».
Niebla del Riachuelo
amarrado al recuerdo
te sigo esperando.
Niebla del Riachuelo
de ese amor, para siempre,
me vas alejando.
Nunca más volvió,
nunca más la vi,
nunca más su voz nombró mi nombre junto a mí.
Esa misma voz que dijo: «Adiós».
Sueña, marinero, con tu viejo bergantin,
bebe tus nostalgias en el sordo cafetin…
Llueve sobre el puerto, mientras tanto mi cancion;
llueve lentamente sobre tu desolacion…
Anclas que ya nunca, nunca mqs, han de levar,
bordas de lanchones sin amarras que soltar…
Triste caravana sin destino ni ilusion,
como un barco preso en la «botella del figon»…
(Gracias a Noemi por esta letra)

Tradução da letra

Fundo sombrio onde eles vão recalcar,
navios que no cais para sempre devem ser deixados.
Sombras que se alongam na noite da dor,
náufragos do mundo que perderam o coração.
Pontes e cordões onde o vento vem uivar,
Navios carboneiros que nunca partirão.
Surdos cemitérios das naves que ao morrer,
sonham, porém, que ao mar hão de partir.
Nevoeiro do Riacho
amarrado-à memória
continuo à tua espera.
Nevoeiro do Riacho
desse amor, para sempre,
estás a afastar-me.
Nunca mais voltou,
nunca mais a vi,
nunca mais a sua voz nomeou o meu nome ao meu lado.
A mesma voz que disse: "adeus".
Nevoeiro do Riacho
amarrado-à memória
continuo à tua espera.
Nevoeiro do Riacho
desse amor, para sempre,
estás a afastar-me.
Nunca mais voltou,
nunca mais a vi,
nunca mais a sua voz nomeou o meu nome ao meu lado.
A mesma voz que disse: "adeus".
Sonha, marinheiro, com o teu velho bergantin,
bebe as tuas saudades no café surdo…
Chove sobre o porto, enquanto isso a minha canção;
chove lentamente sobre sua desolação…
Âncoras que nunca mais, nunca mqs, devem levantar,
bordas de lanchones sem amarras para soltar…
Triste caravana sem destino nem ilusão,
como um navio preso na " garrafa do figon»…
(Obrigado a Noemi por esta letra)