Diana Navarro — María de la O letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "María de la O" de Diana Navarro.

Letra

Para mis manos tumbagas
Para mis caprichos monedas
Y para mi cuerpo lucirlo mantones bordados, vestidos de seda
La luna que llovía, la luna que me da
Que para eso mi payo ha visto
Más parnés que tiene un sultán
Envidio tu suerte
Me dicen algunas al verme lucir
Y no se desplome la envidia que ellas me causan a mí
María de la O, que desgraciadita
Gitana tu eres teniéndolo todo
Te quieres reír y hasta los ojitos
Los tienes morados de tanto sufrir
Maldito parné que por su culpita
Deje yo al gitano que fue mi querer
Castigo de Dios, castigo de Dios
Es la crucecita que llevas a cuestas
María de la O. María de la O
Para su sed fui el agua
Para su frío candela
Y para su beso amante de entre sus brazos mi carne morena
Querer como aquel nuestro, no hay en el mundo dos
Maldito dinero que así de su vera y a mí me apartó
Serás mas que reina
Me dijo a mí el payo y yo le creí
Mi vida y mi oro daría yo ahora por ser lo que fuí
María de la O, que desgraciadita
Gitana tu eres teniéndolo todo
Te quieres reír y hasta los ojitos
Los tienes morados de tanto sufrir
Maldito parné que por su culpita
Deje yo al gitano que fué mi querer
Castigo de Dios, castigo de Dios
Y es la crucecita que llevas a cuestas
María de la O. María de la O

Tradução da letra

Para as minhas mãos
Para os meus caprichos moedas
E para o meu corpo usá-lo xales bordados, vestidos de seda
A lua que chovia, a lua que me dá
Que foi para isso que o meu pai viu
Mais parnés do que um sultão tem
Invejo a tua sorte
Dizem me algumas ao ver me a olhar
E não caia a inveja que elas me causam
Maria do O, que desgraçada
Cigana você é Tendo tudo
Você quer rir e até os olhos pequenos
Você os tem roxos de tanto sofrer
Maldito parné que por sua culpa
Deixe-me o cigano que foi meu querer
Castigo de Deus, castigo de Deus
É a cruzinha que levas às costas
Maria da o. Maria Da O
Para sua sede, fui a água
Para o seu frio candela
E para seu beijo amante entre seus braços minha carne morena
Querer como aquele nosso, não há no mundo dois
Maldito dinheiro que assim de sua vera e a mim me afastou
Serás mais que rainha
Ele disse me o payo e eu acreditei nele
A minha vida e o meu ouro daria agora para ser o que eu era
Maria do O, que desgraçada
Cigana você é Tendo tudo
Você quer rir e até os olhos pequenos
Você os tem roxos de tanto sofrer
Maldito parné que por sua culpa
Eu deixei o cigano que era meu querer
Castigo de Deus, castigo de Deus
E é a cruzinha que levas às costas
Maria da o. Maria Da O