Desultory — Zone Traveller letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Zone Traveller" de Desultory.
Letra
I turn my face to a different place
to taste the air they’re breathing there.
I race with winds through time and space
to catch the marks they are leaving.
Raging screams from killing streets.
Their toxic wounds are bleeding
I drink your rain and sail your wave.
The black gold’s in my face.
A fire’s burning in my eyes.
I’ve had enough of your ways
Take me home, take me home.
I’ll leave your sins and dirty whores.
Take me home, take me home.
I’ve seen the pain, her aching sores
I fled the southern hemisphere.
I ran upon the sea.
I felt the tradewind through my hair
not for a second loosing speed
Take me home, take me home.
I’ll leave your sins and dirty whores.
Take me home, take me home.
I’ve seen the pain, her aching sores
I have travelled the world.
I have travelled the world.
It’s like the fate of humanity’s decided by my words
I climb the wall so afraid to fall,
smell the breath from the ground.
Each grip I take every move I make,
you always bring me down
And I can’t replace if you keep
the pace killing is for sale
The right hand steal and the other feed
we’re running for our tail.
Tradução da letra
Viro a minha cara para um lugar diferente.
para saborear o ar que lá estão a respirar.
Eu corro com ventos através do tempo e do espaço
para apanhar as marcas que estão a deixar.
Gritos furiosos de matar ruas.
As feridas tóxicas estão a sangrar.
Bebo a tua chuva e navego a tua onda.
O ouro preto está na minha cara.
Tenho um fogo a arder nos olhos.
Estou farto dos teus modos.
Leva-me para casa, Leva-me para casa.
Vou deixar os teus pecados e as tuas putas sujas.
Leva-me para casa, Leva-me para casa.
Já vi a dor, as suas feridas dolorosas.
Fugi do Hemisfério Sul.
Corri para o mar.
Senti o vento no meu cabelo
nem por uma segunda velocidade a perder
Leva-me para casa, Leva-me para casa.
Vou deixar os teus pecados e as tuas putas sujas.
Leva-me para casa, Leva-me para casa.
Já vi a dor, as suas feridas dolorosas.
Viajei pelo mundo.
Viajei pelo mundo.
É como se o destino da humanidade fosse decidido pelas minhas palavras.
Eu subo a parede com tanto medo de cair,
cheira o hálito do chão.
Cada aperto que tomo cada movimento que faço,
você sempre me derruba
E não posso substituir-te se continuares
a matança do ritmo está à venda.
A mão direita rouba e a outra alimentação
estamos a correr pela nossa cauda.