Defiler — Octobortion feat. Frankie Palmeri letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Octobortion feat. Frankie Palmeri" de Defiler.
Letra
Demons of my past keep me awake at night
They won’t let me go, i’m too afraid to let them go
Monsters of shattered promise, archfiends of terrible deeds
This is the life i just can’t bear to live with
Do you remember?
Spending countless hours, restlessly in love
Deep within each other’s grasp
Ignoring the treacherous world around us
Do you remember?
The day you ground my heart into nothing
And sprinkled the ashes across my face?
And i alone became the big bad treacherous world
Cause i remember
Destroying everything i came across
Mutilating everyone in my crosshairs
Misanthropy carnage, and no one left when the dust had settled
Demons of my past keep me awake at night
They won’t let me go, i’m too afraid to let them go
At the summit of remorse i call out across the moonlit valley
Waiting for an echo so i can pretend that i am not alone
At the peak of tragedy, i’m faced with the choice
To spread wings of glory and fly away
Or solder feathers of fire and hunt for prey
And so my mind is made
Demons of my past keep me awake at night
They won’t let me go, i’m too afraid to let them go
And so my mind is made
Tradução da letra
Demónios do meu passado mantêm-me acordado à noite
Não me deixam ir, tenho medo de os deixar ir.
Monstros de promessas quebradas, arqueiros de terríveis feitos
Esta é a vida com a qual não suporto viver.
Lembras-te?
Passar incontáveis horas, sem descanso no amor
Bem ao alcance um do outro
Ignorando o mundo traiçoeiro à nossa volta
Lembras-te?
O dia em que enterraste o meu coração em nada
E espalhaste as cinzas na minha cara?
E só eu me tornei o grande e mau mundo traiçoeiro
Porque eu lembro-me
Destruindo tudo o que encontrei
Mutilar toda a gente na minha mira
Carnificina misantropia, e ninguém saiu quando a poeira assentou.
Demónios do meu passado mantêm-me acordado à noite
Não me deixam ir, tenho medo de os deixar ir.
No cume do remorso eu chamo através do Vale luar
À espera de um eco para poder fingir que não estou sozinho
No auge da tragédia, sou confrontado com a escolha
Para abrir asas de glória e voar para longe
Ou penas de solda de fogo e caça à presa
E assim minha mente está feita
Demónios do meu passado mantêm-me acordado à noite
Não me deixam ir, tenho medo de os deixar ir.
E assim minha mente está feita