Def Con Dos — Pégamelo a mi letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Pégamelo a mi" de Def Con Dos.

Letra

Nunca quisimos parecernos a ellos
Y funcionar pisando cuellos
Nos negamos a rendir este barco
Si hay que hundirse lo haremos luchando
Todos esos ideales, aquellos grandes planes
Que para no amilanarte
Y a volver a mirar al frente, allí donde nadie mira
Jugando limpiamente en el tablero de la vida
Todas esas ilusiones, brillos y emociones
Hoy no son más que un recuerdo del que fuiste en otro tiempo
Y aunque sobran razones para dejar la trinchera
Ni una razón vale para verte hecho una mierda
Y aunque sobran razones para dejar la trinchera
Ni una razón vale para verte hecho una mierda
Y ahora que me fijo en los grilletes que te has puesto
Puedo percibir la frustración que llevas dentro
Ahora que te miro bien se lo que no quiero
Eres la medida de nuestro sometimiento
Si te veo asiii te pego un tiro
Si me ves así, pégamelo a mí
Pégamelo, pégamelo a mí
Nunca quisimos parecernos a ellos
Y funcionar pisando cuellos
Cuando hemos asumido que ya nada va a cambiar
Rendimos nuestra plaza a la mezquindad
Como crueles carceleros de nosotros mismos
Entregamos nuestras mentes al mediocre conformismo
Y esa cobardía, la disculpa barata, para sobredosis de a la carta
Y ahora que me fijo en los grilletes que te has puesto
Puedo percibir la frustración que llevas dentro
Ahora que te miro bien se lo que no quiero
Eres la medida de nuestro sometimiento
Si te veo asiii te pego un tiro
Si me ves así, pégamelo a mí
Pégamelo, pégamelo a mí

Tradução da letra

Nunca quisemos parecer com eles
E trabalhar pisando pescoços
Recusamo nos a render este navio
Se for preciso afundarmo nos fá lo emos a lutar
Todos esses ideais, aqueles grandes planos
Que para não te amolar
E voltar a olhar para a frente, onde ninguém olha
Jogando de forma limpa no tabuleiro da vida
Todas essas ilusões, brilhos e emoções
Hoje não passam de uma recordação de que já foste
E embora existam razões para deixar a trincheira
Nem uma razão vale para te ver feito uma merda
E embora existam razões para deixar a trincheira
Nem uma razão vale para te ver feito uma merda
E agora que eu olho para as algemas que você colocou
Consigo perceber a frustração que tens dentro de TI
Agora que olho bem para ti sei o que não quero
És a medida da nossa submissão
Se te vir assim dou te um tiro
Se me vires assim, bate-me a mim
Bate-me, bate-me a mim
Nunca quisemos parecer com eles
E trabalhar pisando pescoços
Quando assumimos que nada vai mudar
Rendemos a nossa praça à mesquinhez
Como cruéis carcereiros de nós mesmos
Entregamos nossas mentes ao medíocre conformismo
E essa covardia, a desculpa barata, para overdose à la carte
E agora que eu olho para as algemas que você colocou
Consigo perceber a frustração que tens dentro de TI
Agora que olho bem para ti sei o que não quero
És a medida da nossa submissão
Se te vir assim dou te um tiro
Se me vires assim, bate-me a mim
Bate-me, bate-me a mim