Def Con Dos — Ellas denunciaron letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Ellas denunciaron" de Def Con Dos.
Letra
¿Y cuántas mujeres al año?
¿Y cuántas mujeres?
¿Y cuántas mujeres al año, saben que tienen sus días contados?
Ella no recuerda porque aunque quiera
No puede acordarse
Del error cometido al fiarse
De aquel tipo mezquino y cobarde
Marido, verdugo
Su peor pesadilla
Ella está muerta y el en la calle
¡La maté porque era mía!
'Mía, mía, mía, sólo mía'
¿Quién ha ofendido al macho dominante?
¿Quién se ha atrevido a denunciarle?
Destapando el secreto
De la otra cara de un vecino correcto
¿Quién acusa al cazurro cobarde
Que pega a su mujer y le dice que calle?
'Ya se lo advertí entre puñetazos:
Si me denuncias te mato'
País de mierda, país infame
Que ataquen a mujeres no le importa a nadie
Las torturas y las amenazas
Según los jueces son cosas de casa
No sirve de nada pedir ayuda
No existe delito si no se consuma
Sólo cuando ya están muertas
Ven que las amezanas eran ciertas
¿Y cuántas mujeres al año?
¿Y cuántas mujeres?
¿Y cuántas mujeres al año, saben que tienen sus días contados?
'Mía, mía, mía, sólo mía'
Ellas no recuerdan lo que les pasó
Ni por qué les pasaba
Porque ya están muertas y ningún cadaver
Puede, aunque quiera, acordarse de nada
Y no se lamentan de los que pasó
Ni por lo que pasaron, porque los muertos
No emiten lamentos y en vez de gritar
Les toca callarse y se callan
Ellas denunciaron, no las escucharon
Ellas murieron, los jueces consintieron
¿Y cuántas mujeres al año?
¿Y cuántas mujeres?
¿Y cuántas mujeres al año, saben que tienen sus días contados?
Tradução da letra
E quantas mulheres por ano?
E quantas mulheres?
E quantas mulheres por ano, sabem que têm os seus dias contados?
Ela não se lembra porque mesmo que queira
Não se consegue lembrar
Do erro cometido ao confiar
Daquele tipo mesquinho e cobarde
Marido, Carrasco
Seu pior pesadelo
Ela está morta e ele está na rua
Matei-A porque era minha!
'Minha, minha, minha, só minha'
Quem ofendeu o macho dominante?
Quem ousou denunciá-lo?
Descobrindo o segredo
Do outro lado de um vizinho certo
Quem acusa o caçador cobarde
Que bate na sua mulher e lhe diz que Rua?
'Eu avisei-o entre socos:
Se me denunciares mato te'
País de merda, país infame
Que ataquem mulheres não importa a ninguém
Torturas e ameaças
Segundo os juízes são coisas de casa
Não adianta pedir ajuda
Não há crime se não for consumido
Só quando já estão mortas
Vêem que as amezanas eram verdadeiras
E quantas mulheres por ano?
E quantas mulheres?
E quantas mulheres por ano, sabem que têm os seus dias contados?
'Minha, minha, minha, só minha'
Elas não se lembram do que lhes aconteceu
Nem por que lhes acontecia
Porque já estão mortas e nenhum cadáver
Pode, mesmo que queira, lembrar-se de nada
E não se arrependem do que aconteceu
Nem pelo que passaram, porque os mortos
Eles não emitem lamentações e em vez de gritar
É a vez deles calarem se e calarem se
Elas denunciaram, não as ouviram
Elas morreram, os juízes consentiram
E quantas mulheres por ano?
E quantas mulheres?
E quantas mulheres por ano, sabem que têm os seus dias contados?