Deeds Of Flesh — Amidst the Ruins letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Amidst the Ruins" de Deeds Of Flesh.
Letra
Decades have passed since the genesis
Genesis of the great Virvum harvest
Covert underground command centers have enabled use of satellites
Transmissions from space disabled
Technology with the use of pulse attacks
Cozen pods now litter the Earths sky
With remains of plans not known to us Ornaments hung by an ancient alien breed for victory
Amidst the ruins of the Virvum
Obsessed concentration camps
The souls of the fallen speak from harvest burial grounds
Forever weeping
Articulating tales of sorrow and loneliness
Spirits condemned eternally
To exist between the underworld and this world
Herded and slaughtered for their cosmic force
Engulfing all the life force from the chosen host
The skeletal remains of former slaves
Are chained for eternity to the vacant alien thrones
The temple beacons remain emitting
Horrific horrid hypnotic frequencies
Calling to the unknown
The structures pulsate
In an infinite frequecntal loop
Resonating throughout the valleys of space
For an answered call
Immune to the frequencies of the beacons
An evolved mankind now immune
To the hypnotic trance set by the alien beings
Continue to build the new civilization, human tribes evade
Militias by trekking off the beaten path
Embracing all sanctuaries to harbor the remaining bodies
Rations are growing slim, cannibalism is mandatory
Chaos and anarchy erupt into rebellious gangs
Rogue tribes scavenge the wasteland
For survival
Harvest temple territories are persistently attacked
Battles persist on Earth
With no knowledge of the pending doom
Of the pending doom that still awaits from above
Tradução da letra
Décadas se passaram desde a gênese
Génese da grande colheita de Virvum
Centros de comando subterrâneos encobertos permitiram o uso de satélites
Transmissões do espaço desactivadas
Tecnologia com o uso de ataques de pulso
Agora, as cápsulas Cozen largam o céu das terras.
Com restos de planos que não conhecemos, ornamentos pendurados por uma antiga raça alienígena para a vitória.
Entre as ruínas do Virvum
Campos de concentração obcecados
As almas dos caídos falam de cemitérios de colheita.
Para sempre a chorar
Articulando contos de tristeza e solidão
Espíritos condenados eternamente
Existir entre o submundo e este mundo
Rendidos e massacrados pela sua força cósmica
Engolindo toda a força vital do hospedeiro escolhido
Os restos esqueléticos de antigos escravos
Estão acorrentados para a eternidade aos tronos alienígenas vagos.
Os faróis do templo continuam a emitir
Horrendas frequências hipnóticas horríveis.
Chamando ao desconhecido
As estruturas pulsam
Num ciclo frequecntal infinito
Ressoando através dos Vales do espaço
Para uma chamada respondida
Imunes às frequências das balizas
Uma humanidade evoluída agora imune
Para o transe hipnótico definido pelos seres alienígenas
Continuar a construir a nova civilização, as tribos humanas escapam
Milícias, caminhando para fora do caminho batido
Abraçando todos os santuários para abrigar os corpos restantes
As rações estão a ficar magras, o canibalismo é obrigatório.
Caos e anarquia irrompem em gangues rebeldes
Tribos rebeldes saqueiam o deserto
Sobrevivência
Os territórios dos templos da colheita são atacados persistentemente.
As batalhas persistem na Terra
Sem conhecimento do Destino pendente
Da Perdição pendente que ainda espera de cima