Debout sur le zinc — Fin septembre letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Fin septembre" de Debout sur le zinc.

Letra

Dehors, derrière mes barreaux,
J'ai vu cent mille oiseaux,
Quitter les roselières
Pour gagner le désert.
On est fin septembre,
Le froid se fait attendre.

Dehors, derrière mes barreaux,
J'entends l'eau d'un ruisseau,
Fredonnant des croisières,
Des montagnes à la mer.
On est fin septembre,
Le froid se fait attendre.

Je me chante souvent
Que la vie n'a qu'un temps,
Qu'on s'épuise à la vivre,
Qu'on s'épuise à survivre ;
Je me chante parfois
Dans un regain de foi,
Songeant à l'au-delà,
Qu'il y a une place pour moi.
On est fin septembre,
Le froid se fait attendre.

Mais ce soir, je laisserai s'envoler
Mes rêves de liberté ;
Cent mille espoirs inavoués.
Et pour une fois, ce soir,
Je quitterai ma fenêtre
Pour aller me coucher,
Et rêver de peut-être ;
Et rêver de peut-être :
Ma seule liberté.

Dehors, derrière l'horizon,
Je revois ma maison,
Colorée de soleil
Et parfumée de miel.
On est fin septembre,
Le froid se fait attendre.

Dehors, derrière l'horizon
J'entends pleurer mon nom,
Et perler sur ma couche
Les sanglots de ma douce.
On est fin septembre,
Le froid se fait attendre.

Je revois mon foyer
Plein d'amour délaissé ;
Les jours où j'l'ai maudit,
Rêvant d'un autre paradis.
Mais aujourd'hui mon Éden,
Reforgé par ma peine,
L'accueille en son cœur,
Plus près de mon cœur.
On est fin septembre,
Le froid se fait attendre.

Et ce soir, je laisserai s'envoler
Mes rêves de liberté ;
Cent mille espoirs inavoués.
Peut-être qu'en chemin,
Ils s'uniront aux possible
Et que demain...
Et que demain...

Dehors, derrière mes barreaux,
J'ai vu cent mille oiseaux,
Quitter les roselières
Pour gagner le désert.

Tradução da letra

Lá fora, atrás das minhas grades, vi cem mil pássaros, deixando os reed beds para conquistar o deserto.
Estamos no fim de setembro, o frio está à espera.

Lá fora, atrás das minhas grades, ouço a água de um riacho, cruzeiros, montanhas até ao mar.
Estamos no fim de setembro, o frio está à espera.

Muitas vezes canto para mim que a vida só tem uma vez, que nos cansamos de vivê-la, que nos esgotamos para sobreviver ; às vezes canto para mim numa fé renovada, pensando na vida após a morte, que há um lugar para mim.
Estamos no fim de setembro, o frio está à espera.

Mas esta noite, deixarei que os meus sonhos de liberdade voem, cem mil esperanças que não são aceites.
E por uma vez, esta noite, vou deixar a minha janela para ir para a cama, e sonhar com talvez; e sonhar com talvez: a minha única liberdade.

Lá fora, atrás do horizonte, vejo a minha casa, colorida com sol e perfumada com mel.
Estamos no fim de setembro, o frio está à espera.

Lá fora, atrás do horizonte ouço o meu nome a chorar, e Perl sobre a minha camada os soluços do meu doce.
Estamos no fim de setembro, o frio está à espera.

Vejo a minha casa cheia de amor abandonado; os dias em que a amaldiçoei, sonhando com outro paraíso.
Mas hoje, o meu Éden, reabastecido pela minha dor, recebe-o no seu coração, mais perto do meu coração.
Estamos no fim de setembro, o frio está à espera.

E esta noite, deixarei voar Os meus sonhos de liberdade, cem mil esperanças que não foram aceites.
Talvez no caminho, eles se juntarão ao possível e isso amanhã...
E só amanhã...

Lá fora, atrás das minhas grades, vi cem mil pássaros, deixando os reed beds para conquistar o deserto.