Darkane — Parasites of the unexplained letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Parasites of the unexplained" de Darkane.
Letra
Approaching the end of mass destruction
Where countless lives fade away
Receiving the dark shadow of disruption
eternity has reached its final day
Ending the misery full of remorse
Absorbing the streams of hate
inhaling directly from the source
Arriving at the winter cold gate
The blood in my powerful veins
Spilled at unpromised domains
Unexplored in a diminished sphere
Searching a new way to fulfil it self
secret wisdom in a labyrinth of fear
Now exploding to organic hell
No longer in charge of my destiny
The future is dark as my soul
The thoughts are growing with insanity
I’m falling down a bottomless hole
The blood in my powerful veins
Spilled at unpromised domains
Buried, my head in a wall
Hearing the deamons call
Scenting the evils breath
Doomed to be tortured to death
Approaching the end of mass destruction
Where countless lives fade away
Receiving the dark shadow of disruption
eternity has reached its final day
Ending the misery full of remorse
Absorbing the streams of hate
inhaling directly from the source
Arriving at the winter cold gate
The blood in my powerful veins
Spilled at unpromised domains
Buried, my head in a wall
Hearing the deamons call
Scenting the evils breath
Doomed to be tortured to death
Tradução da letra
Aproximando-se do fim da destruição em massa
Onde inúmeras vidas se desvanecem
Recebendo a sombra escura da ruptura
a eternidade chegou ao seu último dia
Acabar com a miséria cheia de remorsos
Absorver os fluxos de ódio
inalar directamente da fonte
Chegando ao portão frio de Inverno
O sangue nas minhas veias poderosas
Derramado em domínios não comprometidos
Inexplorado numa esfera diminuída
Procurando uma nova maneira de realizá-la
Sabedoria Secreta num labirinto de medo
Agora explodindo para o inferno orgânico
Já não sou responsável pelo meu destino.
O futuro é escuro como a minha alma
Os pensamentos crescem com insanidade
Estou a cair num buraco sem fundo
O sangue nas minhas veias poderosas
Derramado em domínios não comprometidos
Enterrado, a minha cabeça numa parede
Ouvir o apelo dos deuses
Cheirando o mau hálito
Condenado a ser torturado até à morte
Aproximando-se do fim da destruição em massa
Onde inúmeras vidas se desvanecem
Recebendo a sombra escura da ruptura
a eternidade chegou ao seu último dia
Acabar com a miséria cheia de remorsos
Absorver os fluxos de ódio
inalar directamente da fonte
Chegando ao portão frio de Inverno
O sangue nas minhas veias poderosas
Derramado em domínios não comprometidos
Enterrado, a minha cabeça numa parede
Ouvir o apelo dos deuses
Cheirando o mau hálito
Condenado a ser torturado até à morte