Daphné — La solitude letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La solitude" de Daphné.
Letra
Je l’ai trouvée devant ma porte,
Un soir, que je rentrais chez moi.
Partout, elle me fait escorte.
Elle est revenue, elle est là,
La renifleuse des amours mortes.
Elle m’a suivie, pas à pas.
La garce, que le Diable l’emporte!
Elle est revenue, elle est là
Avec sa gueule de carême
Avec ses larges yeux cernés,
Elle nous fait le c�?ur à la traîne,
Elle nous fait le c�?ur à pleurer,
Elle nous fait des mains blêmes
Et de longues nuits désolées.
La garce! Elle nous ferait même
L’hiver au plein c�?ur de l'été.
Dans ta triste robe de moire
Avec tes cheveux mal peignés,
T’as la mine du désespoir,
Tu n’es pas belle à regarder.
Allez, va t-en porter ailleurs
Ta triste gueule de l’ennui.
Je n’ai pas le goût du malheur.
Va t-en voir ailleurs si j’y suis!
Je veux encore rouler des hanches,
Je veux me saouler de printemps,
Je veux m’en payer, des nuits blanches,
A c�?ur qui bat, à c�?ur battant.
Avant que sonne l’heure blême
Et jusqu'à mon souffle dernier,
Je veux encore dire «je t’aime»
Et vouloir mourir d’aimer.
Elle a dit: «Ouvre-moi ta porte.
Je t’avais suivie pas à pas.
Je sais que tes amours sont mortes.
Je suis revenue, me voilà.
Ils t’ont récité leurs poèmes,
Tes beaux messieurs, tes beaux enfants,
Tes faux Rimbaud, tes faux Verlaine.
Eh! bien, c’est fini, maintenant.»
Depuis, elle me fait des nuits blanches.
Elle s’est pendue à mon cou,
Elle s’est enroulée à mes genoux.
Partout, elle me fait escorte
Et elle me suit, pas à pas.
Elle m’attend devant ma porte.
Elle est revenue, elle est là,
La solitude, la solitude…
Tradução da letra
Encontrei-a do lado de fora da minha porta.,
Uma noite estava a voltar para casa.
Onde quer que ela me acompanhe.
Ela voltou, ela está aqui.,
O farejador de amores mortos.
Ela seguiu-me passo a passo.
A cabra, que se lixe!
Ela voltou, ela está aqui.
Com a sua boca de Quaresma
Com os seus olhos abertos cercados,
Ela está a ligar-nos?ur trailing,
Ela está a ligar-nos?para chorar,
Ela põe-nos mãos doentes.
E noites longas e tristes.
A cabra! Ela até nos obrigaria
Inverno no coração da cidade?no verão.
No teu vestido triste de moire
Com o cabelo bem penteado,
Pareces desesperado.,
Não és bonita de se ver.
Vá, usa-o noutro sítio.
A tua cara triste de tédio.
Não gosto de infortúnios.
Vai ver outro sítio, se eu lá estiver!
Ainda quero rodar as ancas,
Quero embebedar-me na primavera,
Eu quero pagar por isso, noites sem dormir,
Um c,?quem está a bater?a bater.
Antes da hora sombria
E até ao meu último suspiro,
Ainda quero dizer "Amo-te"»
E querer morrer para amar.
Ela disse: "abre - me a porta.
Segui-te passo a passo.
Sei que os teus amores estão mortos.
Estou de volta, aqui estou eu.
Recitavam-te os seus poemas.,
Os vossos lindos senhores, os vossos lindos filhos.,
O teu Rimbaud falso, o teu Verlaine falso.
Eh! bem, agora acabou.»
Ela tem-me dado noites sem dormir desde então.
Ela enforcou - se no meu pescoço.,
Ela acabou nos meus joelhos.
Onde quer que ela me acompanhe
E ela segue-me, passo a passo.
Ela está à minha espera do lado de fora da minha porta.
Ela voltou, ela está aqui.,
Solidão, solidão…